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Gefron apreende 340 tabletes de drogas e causa prejuízo de R$ 6,4 milhões às facções

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Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, na noite desta quarta-feira (23.4), 340 tabletes de entorpecentes em uma caminhonete S10, na zona rural de Porto Esperidião (a 320 km de Cuiabá), município localizado na região de fronteira do Brasil com a Bolívia. O prejuízo causado às facções criminosas com a apreensão é de cerca de R$ 6,4 milhões.

Durante patrulhamento na região da Vila Cardoso, em uma estrada vicinal à rodovia MT-265, os policiais do Gefron se depararam com uma caminhonete S10, com carroceria de madeira, em alta velocidade. Foi dada ordem de parada, com sinais sonoros e luminosos, mas o condutor desobedeceu e fugiu.

A equipe iniciou o acompanhamento e, após alguns quilômetros, o motorista reduziu a velocidade, desceu do veículo com uma pistola Glock, calibre 9 milímetros, e apontou para os policiais. Houve troca de tiros, e o suspeito foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Porto Esperidião, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

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Na carroceria do veículo, os policiais localizaram diversos sacos contendo entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos 290 tabletes de pasta base de cocaína e 50 tabletes de cloridrato de cocaína, avaliado em cerca de R$ 6,4 milhões às facções criminosas.

Todo material apreendido foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Cáceres para as providências cabíveis.

A ação integra as operações Tolerância Zero às Facções Criminosas e Protetor das Fronteiras e Divisas.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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