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Gefron apreende 153 kg de drogas e gera prejuízo de R$ 1,6 milhão ao crime organizado

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Equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) aprenderam 153 kg de drogas, na BR-070, em Cáceres (225 km de Cuiabá), na madrugada desta terça-feira (02.07). Essa ação gerou um prejuízo estimado em R$ 1,6 milhão ao crime organizado.

Em cinco mochilas, havia 158 tabletes de três tipos de drogas, sendo 95 tabletes de maconha, 33 de pasta base de cocaína e 30 de cloridrato de cocaína. Somente o cloridrato, uma composição mais concentrada de entorpecente, teve valor estimado em R$ 800 mil, conforme cálculo feito pelo Gefron.

A apreensão aconteceu durante patrulhamento do Gefron. Os agentes percorriam a região de fronteira, como fazem continuamente, quando avistaram uma caminhonete transportando pessoas na carroceria. Quando viram os policiais, o veículo parou e os passageiros correram em direção à mata com as mochilas.

As buscas feitas pelos policiais na mata, com apoio de cão farejador, levaram à apreensão da droga.

A droga foi entregue na Delegacia de Fronteira (Defron), em Cáceres, onde as investigações continuam para descobrir o destino da droga, assim como a identidade e responsabilização criminal dos traficantes.

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Essa ação é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, quem mantém a força-tarefa do Gefron, Abin (Agência Brasileira de Informações) e Exército no combate aos crimes transfronteiriços entre Brasil e Bolívia.

Esse trabalho contra o tráfico de drogas e outros crimes na região de fronteira pode ter o reforço da população com informações e denúncias anônimas, pelo disque-denúncia 0800-6461402 ou ligações e mensagem de WhatsApp para a base do Gefron no (65) 9 9668-7655.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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