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Fugitivo de Cadeia Pública de Cáceres é recapturado pela Polícia Civil em Cuiabá

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Um criminoso de alta periculosidade, com diversas passagens criminais e fugitivo da Cadeia Pública de Cáceres, foi recapturado pela Polícia Civil de Mato Grosso, no município de Cuiabá, na tarde desta quarta-feira (10.12), em ação realizada pelos policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

Considerado foragido da Justiça, o detento, de 31 anos, possui condenações, sendo sentenciado a pena de mais de 25 anos de prisão, além de responder a outros processos criminais.

O condenado possui mais de dez passagens pela polícia por crimes de associação criminosa, receptação, roubo qualificado, furto qualificado, tráfico de drogas, homicídio qualificado, tentativa de homicídio, corrupção de menores e tráfico interestadual. Todos os crimes com práticas reiteradas.

A prisão ocorreu após troca de informações entre os policiais da Polinter e a equipe da Delegacia Regional de Cáceres, que apontavam que o procurado estava escondido em uma residência no bairro Pedregal, em Cuiabá.

Com base nas informações, os policiais da Polinter foram até o endereço, onde constataram a veracidade das informações, conseguindo localizar o fugitivo e dar cumprimento ao mandado de recaptura.

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Após ter a ordem de prisão cumprida, o preso foi encaminhado para a unidade policial para as providências cabíveis, sendo posteriormente conduzido para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

A delegada titular da Gepol, Silvia Pauluzi, destacou que a unidade está à frente das atuações eficazes na recaptura de réus evadidos de penitenciárias, assim como dos considerados foragidos da Justiça. “As ações integram os trabalhos do programa Tolerância Zero, do Governo do Estado de Mato Grosso, com foco no combate à criminalidade e na atuação de facções criminosas”, disse.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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