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Forças de segurança apreendem 757 tabletes de droga e causam prejuízo de R$ 16,6 milhões às facções criminosas

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As forças de segurança de Mato Grosso apreenderam 757 tabletes de pasta base e cloridrato de cocaína que estavam escondidos em um caminhão frigorífico, no Distrito de Caramujo, em Cáceres (a 220 km de Cuiabá), nesta terça-feira (28.1). Somando a apreensão do veículo e do entorpecente, o prejuízo às facções criminosas é de R$ 16,6 milhões.

Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) realizavam patrulhamento pela BR-070 quando visualizaram um caminhão com a placa traseira com indícios de adulteração.

Diante disso, os policiais fizeram a abordagem e busca veicular, identificando adulteração no lacre da mercadoria transportada no veículo.

Para localizar a droga, os policiais utilizaram a cadela Haika, do Canil Gefron, que indicou a presença da droga na câmara frigorífica do caminhão.

No compartimento, os policiais localizaram diversos fardos aparentando ser substância análoga a pasta base e cloridrato de cocaína, totalizando 757 tabletes de droga, sendo 527 de pasta base de cocaína e 230 de cloridrato de cocaína.

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Diante dos fatos, o suspeito e os materiais apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Cáceres para as devidas providências.

A ação faz parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, e contou com o Canil do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Força Tática, 6º Comando Regional de Cáceres, 12° Comando Regional de Pontes e Lacerda, Polícia Federal e alunos do 24° Curso de Operações de Inteligência/PMGO.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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