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Força Tática prende suspeito com 32 tabletes de maconha em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional, prenderam na noite desta sexta-feira (19.12), um homem de 47 anos, por tráfico ilícito de drogas, no bairro Parque Cuiabá, na Capital. Na ação, foram apreendidos 32 tabletes de substância análoga à maconha e uma balança de precisão.

Uma equipe policial realizava patrulhamento tático quando recebeu informações do setor de inteligência, sobre uma residência que estaria sendo utilizada como depósito de entorpecentes. Diante da denúncia, os policiais se deslocaram até o endereço indicado para averiguação dos fatos.

Ao se aproximarem do local, os militares visualizaram um suspeito em frente à residência segurando um saco preto. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem arremessou o objeto ao solo e fugiu para o interior do imóvel, pulando o muro dos fundos, não sendo possível realizar a abordagem do suspeito. No saco abandonado, a equipe localizou algumas porções de maconha.

Durante buscas no interior da residência, os policiais encontraram, nos fundos do imóvel, uma caixa de isopor contendo 32 barras de substância análoga à maconha, além de uma balança de precisão.

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Após algum tempo, um segundo suspeito chegou no local, informando que residia na casa com o sobrinho, que havia fugido, e alegou que os entorpecentes pertenciam a ele.

Diante dos fatos, o suspeito foi detido sem lesões corporais e posteriormente encaminhado à Central de Flagrantes para as providências cabíveis que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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