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Força Tática prende mulher com arma escondida em carro em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam em flagrante uma mulher de 27 anos por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (19.10), em Rondonópolis. Com a suspeita, a PM apreendeu um revólver carregado com cinco munições.

Durante patrulhamento pelo bairro Vila Mineira, por volta de 23h, a equipe da Força Tática abordou um veículo Ford KA branco, estacionado em um local suspeito. Na abordagem, os policiais encontraram uma mulher no banco de condutor e um homem como passageiro. Na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já dentro do carro, os militares localizaram um revólver calibre . 38, escondido no veículo.

Questionada sobre o que fazia no local, a mulher não deu informações. Sobre a arma de fogo, a suspeita disse que o objeto seria de sua propriedade, mas não apresentou documentos de porte.

O homem que estava na abordagem foi liberado após ser constatado não ter envolvimento com o crime.

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A suspeita recebeu voz de prisão e foi conduzida para a Delegacia de Rondonópolis para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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