Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional apreenderam, na noite desta quarta-feira (17.12), uma caminhonete, um micro-ônibus e prenderam um homem suspeito por furto e receptação de agrotóxicos, no município de Tangará da Serra (242 km de Cuiabá). Os militares recolheram 4 galões de óleo diesel, 3 caixas de ferramentas, 2 bombas costais, duas baterias e outros pertences.
Com apoio da Agência Regional de Inteligência da região, os policiais militares receberam denúncia de que dois suspeitos de furto de uma carga de agrotóxicos, estariam em uma caminhonete modelo S-10, na Estrada do Mutum. O crime ocorreu na madrugada do dia 30 de novembro.
Os suspeitos invadiram uma cooperativa agropecuária indígena, localizada às margens da MT-358, na zona rural do município e furtaram 1.970 litros de agrotóxicos diversos do local.
Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, as equipes reforçaram o policiamento na região e identificaram o veículo apresentado na denúncia. Com aproximação dos militares, o condutor fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.
Na fuga, a dupla saltou do carro e correu para mata. Um dos envolvidos foi preso em flagrante. As equipes mantêm buscas pelo comparsa. O suspeito confessou participação na ação criminosa. Em busca veicular, os militares apreenderam um galão de agrotóxico oriundo do furto.
Além disso, envolvido relatou a localização de um micro-ônibus, que estava estacionado de frente a casa do segundo suspeito, no Jardim Tarumã. No local, também foram encontrados outros materiais de origem ilícita. Ele ressaltou que revendeu parte da carga pelo valor de R$ 49.160 mil. Parte do material recuperado, os veículos e o suspeito foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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