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Força Tática apreende 141 quilos de drogas e causa prejuízo de R$ 2,5 milhões às facções criminosas

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Equipes da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 141 quilos de drogas, na noite desta terça-feira (5.5), em Rondonópolis. Na ação, foram apreendidos tabletes de maconha, supermaconha, cocaína e pasta base de cocaína, causando prejuízo de R$ 2,5 milhões às facções criminosas. Um homem, de 21 anos, foi preso em flagrante com o material.

Os entorpecentes foram localizados após a equipe da Força Tática receber informações sobre uma caminhonete Hilux que estava saindo de Rondonópolis com destino à cidade de Primavera do Leste. De acordo com a denúncia, o carro estava sendo conduzido por um homem e transportando uma grande quantidade de drogas.

Os militares iniciaram diligências e montaram uma barreira na MT-130, depois de um ponto de pedágio, e aguardaram a chegada da caminhonete. Após um breve momento, os policiais abordaram um carro com as mesmas características informadas. Na verificação veicular, foram localizadas caixas contendo diversos tabletes de drogas.

A equipe policial realizou a retirada dos entorpecentes e contabilizou 111 tabletes de substância análoga a maconha, 18 tabletes de pasta base de cocaína, 10 tabletes de cloridrato de cocaína e três tabletes de supermaconha (skunk), totalizando 141 quilos de drogas.

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O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Rondonópolis, com toda a droga apreendida, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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