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Força-tarefa do Gefron recupera dois veículos clonados avaliados em quase R$ 150 mil

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Durante ações integradas do Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e batalhões da Polícia Militar de Mato Grosso (BPMMT), recuperou dois veículos com sinais de adulteração e origem criminosa em municípios do estado, nesta terça-feira (13.1).

As ocorrências resultaram em um prejuízo total de aproximadamente R$ 149 mil ao crime.

Em Alta Floresta (800 km ao Norte) por volta das 17h30, equipes do Gefron, PRF e do 8º Batalhão da PM abordaram um veículo Chevrolet Onix branco, com valor estimado em 55 mil reais, que apresentava indícios de adulteração nos sinais identificadores. Após a realização dos procedimentos de Identificação Veicular (IDV), foi confirmado que o automóvel era clonado.

O condutor, um homem com antecedente por conduzir veículo sob influência de álcool ou drogas, foi encaminhado, juntamente com o carro, à Delegacia da Polícia Civil de Alta Floresta.

Cerca de uma hora antes, em Rondonópolis (215 km ao Sul) às 16h30, outra ação integrada entre Gefron, PRF e 5º Batalhão da PM resultou na abordagem de um Audi Q3 preto, com valor estimado em 94 mil reais, também com sinais de adulteração.

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Após os procedimentos, foi constatado que o veículo era produto de roubo ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, em 31 de outubro de 2023. Um homem e uma mulher, ambos com antecedentes por lesão corporal e ameaça, foram conduzidos à Delegacia da Polícia Civil de Rondonópolis.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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