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Força-tarefa apreende 102 tabletes de entorpecentes e causa prejuízo de R$ 1,9 milhão ao crime organizado

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Força-tarefa do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Federal e Exército Brasileiro resultou na apreensão de 102 tabletes de entorpecentes nesta quarta-feira (12.06), em Porto Esperidião (320 km de Cuiabá).

Uma equipe do Gefron, em patrulhamento pela região rural da cidade, avistou um veículo Celta, cor prata, que trafegava pela BR-174 e fez a abordagem.

Durante a vistoria no carro, os policiais encontraram alguns sacos conhecidos como cangas, normalmente usados para transportar droga na modalidade “mulas humanas”, na fronteira entre a Bolívia e o Brasil.

No interior dos sacos havia 100 tabletes de pasta base de cocaína e dois de cloridrato de cocaína.

O veículo e toda a droga foram apreendidos e encaminhados, juntamente com o motorista, para a Delegacia de Polícia Federal em Cáceres.

Com a apreensão do entorpecente e do carro, o prejuízo estimado ao crime é de R$ 1,9 milhão.

Esta ação é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços, em uma parceria entre as forças de segurança estaduais e federais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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