MATO GROSSO

Exposição de réplica de dinossauros no Museu de História Natural é prorrogada para 03 de março

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O Museu de História Natural de Mato Grosso prorrogou por mais uma semana a mostra Vale dos Dinossauros. O novo prazo de encerramento é dia 03 de março.A exposição conta com dez réplicas de dinossauros construídas em tamanho real, instaladas em meio à natureza do espaço cultural. Em apenas uma semana, mais de cinco mil visitantes passaram pelo local. A atração tem entrada gratuita.

Entre os visitantes mais presentes estão famílias e grupos escolares. “Estamos muito felizes com a repercussão da exposição. É uma visibilidade importante, muitos visitantes estão vindo pela primeira vez. E, para permitir que ainda mais pessoas tenham a oportunidade de apreciar essa experiência, decidimos estender o prazo por mais uma semana. Essa é uma chance a mais para aqueles que ainda não puderam visitar”, destaca a coordenadora do Museu de História Natural, Enir Maria Silva. A mostra se encerraria neste domingo (25.02).

A exposição Vale dos Dinossauros traz dez réplicas de dinossauros que habitaram a terra há 70 milhões de anos, na Era Mesozóica. Entre eles há o Tiranossauro Rex ou T-Rex, considerado um dos predadores mais imponentes da história dos dinossauros.

A mostra, que já circulou por outras cidades mato-grossenses, é realizada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com execução do Instituto Mato-grossense de Desenvolvimento Humano.

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O Museu de História Natural também mantém de forma permanente duas réplicas de esqueleto de dinossauros em tamanho real. Ambas ficam instaladas na extensa área verde do espaço cultural, que está localizado às margens do rio Cuiabá.

Uma das réplicas traz um dinossauro do grupo saurópode, conhecidos por serem herbívoros e terem pescoços longos. A réplica tem 20 metros de comprimento e 3,5 metros de altura, considerada a maior do Brasil. A outra réplica de esqueleto é do Pycnonemosaurus nevesi, uma espécie de dinossauro carnívoro que possui 2,20 metros de altura e 7 metros de comprimento.

O Museu de História Natural de Mato Grosso, sob a gestão do Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais desde 2006, é um dos equipamentos culturais da Secel-MT.

Serviço | Exposição Vale dos Dinossauros

Período: Até 03 de março, de quarta a domingo, das 8h às 18h
Local: Museu de História Natural de Mato Grosso – Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá/MT
Agendamento para grupos e escolas: [email protected]
Mais informações: Instagram @museuhistorianaturalmt

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso registra maior crescimento do país no abate de bovinos no 1º trimestre de 2026

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Mato Grosso registrou o maior crescimento absoluto no abate de bovinos do país no primeiro trimestre de 2026, com aumento de 135,11 mil cabeças em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (16.6).

Na comparação entre os primeiros trimestres de 2025 e 2026, o Estado apresentou crescimento de 8,1% no volume de bovinos abatidos. Segundo o IBGE, o abate de bovinos no Brasil aumentou em aproximadamente 326,28 mil cabeças em relação ao primeiro trimestre de 2025. O crescimento foi impulsionado pelo desempenho de 21 das 27 unidades da federação.

Além de Mato Grosso, os maiores aumentos foram registrados em São Paulo, com acréscimo de 128,20 mil cabeças, Pará, com 36,34 mil, Rio Grande do Sul, com 20,03 mil, e Bahia, com 16,35 mil. As principais quedas ocorreram em Goiás, com redução de 68,61 mil cabeças, e Mato Grosso do Sul, com diminuição de 32,64 mil.

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O levantamento também mostra que Mato Grosso segue como o principal estado produtor do país, responsável por 17,5% de todo o abate bovino nacional no período. Na sequência aparecem São Paulo, com participação de 11,6%, Goiás, com 9,2%, e Pará, com 9,1%.

Regionalmente, o Centro-Oeste concentrou a maior parcela do abate de bovinos do país, com 36% do total nacional. Em seguida aparecem as regiões Norte (23,9%), Sudeste (21,5%), Sul (9,4%) e Nordeste (9,1%).

Para a secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Linacis Lisboa Vogel, os números confirmam a importância da pecuária mato-grossense para a economia do Estado e para o abastecimento da cadeia produtiva nacional.

“Mato Grosso tem papel estratégico na pecuária brasileira, não apenas pelo volume produzido, mas também pela eficiência e competitividade de sua cadeia produtiva. O crescimento registrado neste início de ano demonstra a força do setor e reforça a contribuição do Estado para o abastecimento dos mercados interno e externo”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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