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Explosão em hipermercado foi provocada por vazamento de gás GLP em contato com chamas de fogão, aponta Politec

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Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Água Boa concluiu que o vazamento de gás GLP durante um serviço de manutenção e abastecimento, em contato com as chamas de uma chapa acesa no setor de cafeteria, resultou na explosão em um hipermercado do município.

O caso aconteceu no dia 04 de dezembro, resultando na morte de um adolescente e em ferimentos em uma mulher por queimaduras.

Conforme a perícia, as empresas que realizavam a manutenção e o abastecimento da rede de gás não se atentaram às medidas de segurança necessárias. Enquanto o serviço de manutenção na rede ocorria no interior do estabelecimento, outra empresa realizava o abastecimento pelo lado de fora, sem ter conhecimento de como estava a extremidade da rede.

Neste momento, os vapores de GLP, que se encontravam confinados e em suspensão nos corredores, entraram em contato acidental e direto com a chama acesa da chapa da cafeteria, resultando em uma explosão.

A explosão teve seu epicentro em um ponto antes do corredor onde a central de GLP estava instalada e onde haviam dois recipientes do mesmo gás em área aberta, estando um deles com a válvula em manutenção. No local da explosão também foi observada a proximidade entre os cilindros e as aberturas na parede, que se comunicavam a uma potencial fonte de ignição.

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O incêndio teve início em materiais e objetos inflamáveis que estavam no trajeto da combustão dos gases, mas foi contido rapidamente por testemunhas, que utilizaram extintores e mangueiras com jatos d’água.

A Politec analisou imagens de câmeras de segurança, entrevistou testemunhas para a apuração da dinâmica dos fatos, e realizou estudos de procedimentos estabelecidos por normas referentes às operações envolvendo GLP, em conjunto com os dados obtidos durante exames de local.

O laudo pericial foi disponibilizado à Delegacia Regional de Água Boa para compor o inquérito que investiga as circunstâncias da explosão.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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