MATO GROSSO

Escola de Governo de MT oferta 150 vagas para curso que abordará os aspectos legais e históricos da Região Metropolitana de Cuiabá

Publicado em

A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola Governo, está com inscrições abertas para o curso Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá: marcos legais e percurso histórico, que será ofertado pela primeira vez.

Estão disponíveis 150 vagas para os servidores públicos da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e dos demais órgãos e entidades do Poder Executivo Estadual.

As inscrições são online e ficam abertas até o dia 07 de abril ou até o preenchimento total das vagas. A capacitação ocorrerá na modalidade de Ensino a Distância (EaD), no formato assíncrono de 14 a 25 de abril.

O curso tem como objetivo a formação continuada dos servidores, acerca das legislações que estabelecem as regras do planejamento e desenvolvimento dos municípios. Ao final o servidor poderá compreender o processo de constituição histórica da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá (RMVRC), e as regulamentações impostas no local.

A qualificação está estruturada em um único módulo e os participantes que cumprirem os requisitos, como presença e atividades, receberão certificado de 20 horas-aula.

Leia Também:  Três Salas de Apoio à Amamentação são certificadas pelo Ministério da Saúde em MT

A RMVRC foi criada em 2009 pela Lei Complementar estadual nº 359. A lei tinha como objetivo desenvolver os municípios da região, que é composta pelos municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio de Leverger, Acorizal e Chapada dos Guimarães.

Os interessados devem se inscrever neste link.

*Sob a supervisão de Dayanne Santana

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandado contra pai investigado por estuprar filha em Barra do Garças

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Edital da Secel viabiliza produção de documentários sobre referências culturais em Mato Grosso

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA