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Encontro debate estratégias para reduzir emissões de metano na pecuária de corte em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) participou, nesta terça-feira (3.3), do workshop Fortalecendo a estratégia de mitigação de metano na bovinocultura de corte, promovido em parceria com integrantes do Grupo Gestor Estadual (GGE) do Plano ABC+ Mato Grosso. O encontro foi organizado pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), no âmbito do projeto Climate and Clean Air Coalition (CCAC).

O workshop reuniu representantes de instituições públicas, entidades do setor produtivo e organizações parceiras para discutir o avanço das estratégias voltadas à redução das emissões de metano na pecuária de corte no Estado. Durante o encontro, foram apresentados e debatidos o estágio de adoção de práticas sustentáveis previstas no Plano ABC+, com destaque para a Terminação Intensiva de bovinos, a recuperação de pastagens degradadas e os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

A iniciativa teve como objetivo alinhar ações em andamento, compartilhar experiências e avaliar desafios relacionados à implementação dessas tecnologias no território mato-grossense, contribuindo para o fortalecimento das políticas de produção agropecuária de baixa emissão de carbono.

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De acordo com Lucas Neiva da Cunha, representante técnico do Imaflora, o encontro também teve como foco a definição de prioridades e o aprimoramento das estratégias já em andamento.

“O objetivo é adaptar ao contexto de Mato Grosso as diretrizes construídas em nível nacional, considerando suas especificidades e os avanços já consolidados. Quando analisamos essas ações de forma sistêmica, conseguimos entender melhor as prioridades, identificar o que já avançou e reconhecer os desafios que ainda precisam ser superados, fortalecendo o plano de implementação que vem sendo construído desde o primeiro ciclo do Plano ABC”, afirmou.

Em Mato Grosso, a execução do Plano ABC+ é coordenada pela Sedec, responsável por presidir e secretariar o Grupo Gestor Estadual. O colegiado atua na articulação institucional, na difusão de tecnologias sustentáveis, na capacitação de produtores, no monitoramento dos resultados e no incentivo à adoção de práticas que contribuam para uma agropecuária mais eficiente e ambientalmente sustentável.

O Plano ABC+ incentiva a adoção de sistemas produtivos que conciliam aumento da produtividade com conservação ambiental, promovendo maior resiliência das propriedades rurais e estimulando a regularização ambiental. Entre as diretrizes estabelecidas para o período de 2023 a 2030 estão a integração das atividades agropecuárias, o uso de tecnologias conservacionistas e a melhoria da gestão das áreas produtivas.

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A superintendente de Agronegócios e Energia da Sedec, Camila Bez Batti Souza, ressaltou que a secretaria tem atuado de forma integrada com diferentes segmentos da cadeia produtiva para ampliar a adoção das tecnologias previstas no Plano ABC+ em Mato Grosso.

“A Sedec vem unindo esforços com a classe produtiva, instituições de pesquisa e entidades parceiras para garantir que as metas do Plano ABC+ sejam alcançadas. Esse trabalho conjunto é essencial para consolidar Mato Grosso como referência em produção sustentável, conciliando desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental”, afirmou.

Segundo a superintendente, o fortalecimento dessas ações também contribui para ampliar a competitividade do agronegócio mato-grossense, diante da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados às boas práticas ambientais e à sustentabilidade.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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