MATO GROSSO

Dois integrantes de facção criminosa são presos pela Força Tática com 150 porções de drogas

Publicado em

Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam dois homens, de 20 e 23 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta quarta-feira (27.11), em Sorriso. Com a dupla, foram apreendidas 150 porções de entorpecentes, entre substâncias de maconha e cocaína.

Durante patrulhamento pela Operação Vitae, que visa desarticular ações de facções criminosas em Sorriso, a equipe da Força Tática recebeu informações sobre um local de tráfico de drogas, no bairro Novos Campos.

Os militares montaram um ponto de monitoramento no endereço informado e flagraram a chegada de dois suspeitos ao local. Os homens estavam com mochilas e agiam de modo suspeito, entrando em um conjunto de quitinetes.

Diante da situação, a equipe iniciou procedimento de abordagem na residência, momento em que os dois homens tentaram sair de uma das casas e fugir, ao verem a presença da Força Tática. Os suspeitos não conseguiram fugir e foram detidos rapidamente pela PM.

De volta para o imóvel dos suspeitos, os policiais encontraram grande quantidade de drogas, que estavam sendo embaladas pela dupla. No local, foram localizados 75 porções de cocaína e 75 porções de maconha, além da quantia de R$ 609,00 em dinheiro e materiais utilizados para o tráfico de drogas.

Leia Também:  Seplag abre nesta quarta-feira (15) inscrições para residência técnica de recém-graduados

Para os policiais, os criminosos afirmaram que pertencem a uma facção criminosa e que seriam responsáveis pelo armazenamento e distribuição das drogas em outros pontos da cidade.

A dupla recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida para a delegacia de Sorriso para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Companhia Raio prende duas mulheres com 30 tabletes de maconha em Confresa

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Seduc e CGE ministram oficina de vídeo para participantes do Programa Estudante - Cidadão do Futuro

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA