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Diamantino recebeu R$ 927 milhões em investimentos do Governo de MT

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Asfalto, ponte de concreto e escola estadual nova. Essas são algumas das obras realizadas pelo Governo de Mato Grosso em Diamantino (a 183 km de Cuiabá) nos últimos sete anos. No total, R$ 927 milhões foram investidos no município, com ações em todas as áreas.

Na infraestrutura, por exemplo, o município teve obras de asfalto novo na rodovia MT-240, de restauração do asfalto nas rodovias MT-240 e MT-235. Também houve a construção da ponte de concreto sobre o Rio Águas Verde, com 30,50 metros de extensão, na MT-160.

Outras duas áreas que receberam investimentos foram a Saúde e a Educação. Foram feitos 906 exames de alta complexidade e 40 cirurgias eletivas com recursos estaduais no município. Na Educação, Diamantino passou a ter mais uma unidade escolar, com a construção da Escola Estadual Décio Luiz Furigo. O Governo também reformou, ampliou e modernizou a Escola Estadual Plácido de Castro.

A população em situação de vulnerabilidade social de Diamantino recebeu ações do programa SER Família, que levou 11.680 cestas básicas pela vertente SER Família Solidário. Também foram entregues 3.617 cobertores pelo SER Família Aconchego. Além disso, foram investidos R$ 331,8 mil na qualificação profissional de trabalhadores pelo SER Família Capacita.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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