MATO GROSSO

Detran-MT reciclou mais de 2,1 mil veículos em unidades do interior

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) realizou, em 2024, a descontaminação e reciclagem de 2.185 veículos que estão nos pátios de mais de 70 Circunscrições Regionais de Trânsito (CIRETRANs) e Agências Municipais no interior do Estado. A ação é um trabalho para manter a limpeza dos pátios do Detran em todo o Estado.

Segundo o gerente de Leilão do Detran-MT, Lupercio de Lima Soares, a estimativa é reciclar cerca de mil toneladas de materiais. “Foi realizada a separação, descontaminação, prensagem, pesagem e reciclagem das sucatas e veículos inservíveis”, contou.

Os veículos foram removidos, recolhidos ou apreendidos pelos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e não possuem mais condições de transitar pelas vias públicas. São carros e motocicletas que estão parados nos pátios das CIRETRANs e Agências Municipais e não foram reivindicados pelos proprietários no prazo de um ano.

Os donos dos veículos foram notificados através de edital publicado em Diário Oficial do Estado com antecedência pelo Detran-MT. Mas, muitas vezes, não providenciaram a regularização e a retirada do veículo antes do prazo de 12 meses.

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O processo de descontaminação inicia com a retirada da bateria, óleo, combustível e pneus, dando à empresa responsável a destinação exigida para cada material. Só então é feita a compactação, pesagem e envio do material para reciclagem. Após o processo de reciclagem, o Detran-MT realiza a baixa definitiva do cadastro do veículo, para evitar novos débitos destes veículos nos anos seguintes.

Limpa pátio

O Detran-MT reciclou, nos últimos cinco anos, mais de 30 mil veículos que não estão mais disponíveis para uso. Além disso, realizou seis leilões de mais de 5 mil motocicletas, automóveis, caminhonetes e ciclomotores, o que limpou os pátios da autarquia em Cuiabá, no interior, das agências municipais e das delegacias da Polícia Judiciária Civil.

“A limpeza dos pátios é uma ação contínua prioritária na atual gestão para manter os pátios sempre organizados e também a destinação correta dos materiais poluentes, preservando a saúde pública e o meio ambientes”, ressaltou o presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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