A agência de fomento do Estado, a Desenvolve MT, iniciou campanha de recuperação de crédito para os clientes renegociarem e quitarem suas dívidas com a instituição.
De acordo com a gerente de recuperação de crédito, Patrícia Nascimento, o objetivo da campanha é conceder oportunidade de pagamento para aqueles que estão com três ou mais parcelas em atraso e para as operações de crédito em cobrança judicial, com ações ajuizadas até 31 de dezembro de 2021.
“A campanha de recuperação de crédito proporciona ao cliente a oportunidade de renegociar seus débitos e regularizar sua empresa junto aos órgãos de proteção ao crédito, para que possa ficar adimplente”, acrescenta.
Durante a campanha, estão sendo ofertadas várias condições de pagamento, com redução de juros de mora em até 100% para pagamento à vista, e para parcelamentos em até 12 vezes, com entrada mínima de 5% do valor da dívida.
O valor arrecadado nesse período será reaplicado aos empreendedores do Estado, por meio das diversas linhas de crédito disponíveis.
A campanha segue até o dia 31 de dezembro de 2023.
Os débitos poderão ser parcelados da seguinte forma:
Clientes com três parcelas vencidas, desconto de 50% dos juros de mora e multa;
Quatro parcelas em aberto, desconto de 60% sobre juros de mora e multa;
Com cinco parcelas vencidas ou mais, desconto de 90% sobre juros de mora e multa.
Os descontos previstos serão concedidos sem reparcelamento e para pagamentos à vista dos valores das parcelas em atraso.
Em caso de reparcelamento do débito, o prazo poderá ser de até 48 meses, com entrada mínima de 5% sobre o valor atualizado da dívida, prevalecendo a taxa de juros do contrato. Em caso de reparcelamento em até 12 vezes, será feito sem acréscimo dos juros.
Judicializada
Para as operações de crédito ajuizadas, os débitos poderão ser parcelados da seguinte forma:
Para pagamento à vista, desconto de 100% nos juros de mora e isento de tarifa de renegociação;
Para pagamento parcelado em 12 vezes, entrada de 5% do valor da dívida, desconto de 70% nos juros e mora, e será cobrada a tarifa de renegociação de 0,6% sobre o valor do contrato;
Para pagamento parcelado em até 24 vezes, entrada de 10% do valor, desconto de 60% nos juros e mora, e será cobrada a tarifa de renegociação de 0,6% sobre o valor do contrato;
Para pagamento parcelado até em 48 vezes, entrada de 20%, desconto de 50% nos juros e mora, e será cobrada a tarifa de renegociação de 0,6% sobre o valor do contrato.
As taxas de juros a serem aplicadas nas renegociações parceladas na campanha serão as mesmas do contrato original. Todas as renegociações estão isentas de custas processuais.
Como renegociar
O cliente que se interessar deve entrar em contato com o setor de Recuperação de Crédito pelo telefone (65) 3613-7914 ou pelo WhatsApp (65) 99650-2142, ou, se preferir, pode procurar a Desenvolve MT na sede, localizada na Av. Historiador Rubens de Mendonça, nº2368, Edifício Top Tower, salas 1 e 2, no Bairro Bosque da Saúde,em Cuiabá, no período das 8h às 17h, de segunda à sexta-feira.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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