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Defesa Civil de MT reforça monitoramento climático com capacitação em novo radar meteorológico

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Agentes da Defesa Civil de Mato Grosso participaram de uma capacitação voltada ao uso de dados do novo radar meteorológico RMT 0200, instalado em Chapada dos Guimarães (a 60 km de Cuiabá) pela Força Aérea Brasileira (FAB).

O treinamento, ministrado pelo suboficial especialista em Meteorologia Adriano Pinheiro Cardoso, sob o comando do major Daniel Barbosa Neves, teve como objetivo aprimorar o monitoramento climático da Defesa Civil e fortalecer a emissão de avisos preventivos para a população.

O radar RMT 0200, instalado em Chapada dos Guimarães, opera em Banda S com tecnologia Doppler, uma das mais modernas do país, capaz de identificar com antecedência a formação de tempestades intensas, chuvas fortes, granizo e outros eventos climáticos severos, em um raio de até 400 quilômetros.

A Defesa Civil já utiliza a tecnologia, em parceria com a Aeronáutica. Com os dados do RMT, o Estado consegue emitir alertas mais rápidos e precisos para os municípios, permitindo que a população tenha mais tempo para se proteger em situações de risco.

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A capacitação também envolveu a análise de índices que apontam a intensidade das precipitações e o potencial de risco das tempestades.

“Além de ampliar a nossa capacidade de prevenção, essa tecnologia também contribui para o planejamento das ações de resposta em casos de emergência. Então, essa capacitação representa um avanço importante na modernização do sistema de monitoramento meteorológico do Estado e fortalece a atuação preventiva da Defesa Civil”, destacou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil do Estado, coronel BM Marcelo Reveles.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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