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Corpo de Bombeiros socorre família ferida após acidente em Sinop

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na tarde de terça-feira (15.4), uma família que ficou ferida após colisão de alto impacto entre dois automóveis no bairro Jardim Terra Rica, em Sinop (478km de Cuiabá). Os bombeiros socorreram um casal, um adolescente e um bebê de sete meses.

A equipe foi acionada por volta das 14h50 e, ao chegarem no local, os militares do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (4º BBM) constataram que uma mulher encontrava-se presa no banco traseiro, no lado do carona, sem condições de sair por conta própria. A equipe realizou o resgate da vítima, que foi imobilizada com colar cervical e prancha rígida.

Um adolescente de 14 anos, filho da vítima, também estava no veículo e sofreu um ferimento na região da cabeça. Ele e a mãe foram encaminhados pela equipe da Unidade de Resgate Intermediária à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), para avaliação médica.

Já o pai e um bebê de sete meses, também ocupantes de um dos veículos, haviam sido retirados do carro por populares antes da chegada do resgate e encaminhados até a sede do 4º BBM. Ambos receberam atendimento da equipe da Unidade de Resgate Avançada e foram, posteriormente, levados ao Hospital Regional de Sinop.

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O condutor do segundo veículo envolvido no acidente, permaneceu no local, mas recusou o atendimento da equipe de resgate. Não há informações sobre o estado de saúde atual das vítimas. As causas do acidente ainda deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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