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Corpo de Bombeiros resgata jiboia de cerca de 4 metros e cão pitbull

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) capturou, nesta segunda-feira (10.3), uma jiboia de cerca de 4 metros de comprimento e um cão da raça pitbull nos municípios de Cuiabá e Campo Verde.

Em Cuiabá, a equipe do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (1º BBM) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), por volta das 10h, para a captura de uma jiboia próximo a um condomínio residencial no bairro Jardim Florianópolis.

A equipe deslocou rapidamente para o local e, após realizar uma abordagem cautelosa, conseguiu capturar a serpente com êxito. Durante a operação, foi garantida a segurança tanto da cobra quanto dos moradores da região.

Após o resgate, a jiboia foi cuidadosamente transportada e devolvida ao seu habitat natural, sem risco para a população local. A ação foi bem-sucedida, evitando possíveis incidentes envolvendo o animal silvestre na área urbana.

Já em Campo Verde, a 11ª Companhia Independente de Bombeiros Militares (11ª CIBM) foi acionada para a captura de um cão da raça pitbull, que estava dentro de uma loja de móveis. A equipe de bombeiros precisou utilizar um cambão para a captura segura do animal.

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Após a captura, os bombeiros colocaram o animal em uma caixa de contenção e o levaram para a companhia, pois o tutor do animal não foi encontrado no local.

O Corpo de Bombeiros Militar orienta a população a acionar imediatamente o telefone de emergência 193 em casos de resgates de animais, seja domésticos ou silvestres, evitando tentativas de captura sem o devido suporte técnico, para garantir a segurança das pessoas envolvidas e a integridade dos animais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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