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Corpo de Bombeiros recebe equipamentos para reforço no combate a incêndios florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) vai receber novos equipamentos para o reforço no combate aos incêndios florestais no Estado. A entrega oficial será feita pela ONG mato-grossense Instituto Ação Verde na próxima terça-feira (20.08), no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Dentre os itens que serão distribuídos aos bombeiros estão drones, sopradores e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como capuz, balaclava e luvas, todos fundamentais para o combate aos focos de incêndio.

A ONG Instituto Ação Verde é mantida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) e Bioind (Indústrias de Bioenergia de Mato Grosso).

Por meio da ONG, essas instituições irão doar os equipamentos especializados a partir de uma parceria com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e a iniciativa Protecting Our Planet Challenge, que conta com recursos da Re:wild, Bezos Earth Fund e Bobolink Foundation.

A colaboração entre as entidades vai fortalecer as ações de combate aos incêndios em Mato Grosso, contribuindo para a proteção dos recursos naturais do estado e promovendo um impacto positivo na preservação ambiental.

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Além dos equipamentos a serem doados, o Governo de Mato Grosso investe, apenas neste ano, R$ 74,5 milhões no combate aos incêndios florestais e crimes ambientais.

Para a resposta aos incêndios, o Corpo de Bombeiros conta com o emprego de aviões, helicóptero e viaturas, como caminhonetes e caminhões-pipa, máquinas, barcos, além de dezenas de equipes de bombeiros militares atuando em todas as regiões.

Com informações da assessoria de comunicação da Aprosoja

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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