MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza solenidade de encerramento do 1° Curso de Segurança Para Agentes de Fiscalização Ambiental

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta segunda-feira (18.03), a solenidade de encerramento do 1° Curso de Segurança para Agentes de Fiscalização Ambiental. O evento ocorreu no auditório do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), com os 20 bombeiros militares que foram treinados para atuar no combate e fiscalização de crimes ambientais.

O curso foi ministrado no período de 11 a 15 de março, e teve como objetivo fornecer treinamento aos militares do CBMMT para trabalharem em conjunto com equipes policiais em operações de fiscalização ambiental. Durante o curso, os militares receberam treinamento específico para conhecer e lidar com procedimentos padrões como deslocamentos em comboio, abordagem policial, conflito armado e outras situações potencialmente vivenciadas nesses tipos de operações.

O diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa do CBMMT, coronel BM Josiel Borges da Silva, parabenizou os participantes do curso e destacou a importância da busca constante pelo aprimoramento dos conhecimentos.

O coronel parabenizou os alunos que participaram do treinamento pela dedicação, comprometimento e força de vontade ao adquirir as habilidades necessárias para exercer com excelência a função de agentes de fiscalização ambiental.

“Desde o momento em que ingressamos nesta corporação compreendemos que a responsabilidade e a necessidade de capacitação são diárias. Sabemos que, ao nos comprometermos em servir bem à sociedade, devemos estar constantemente atentos a essa busca pelo conhecimento e aprimoramento. Encerramos este curso com a certeza de que estamos mais preparados e capacitados para enfrentar os desafios que o trabalho de fiscalização ambiental nos reserva. Continuaremos buscando aprimorar nossas habilidades, ampliar nosso conhecimento e fortalecer os laços de cooperação entre as diferentes instituições militares”, disse o coronel.


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De acordo com o coordenador do curso, tenente BM Isaac Yoshitake Wihby, o foco principal da capacitação foi proporcionar aos bombeiros militares as habilidades e conhecimentos necessários para trabalharem em conjunto e de forma coordenada com as equipes de segurança nas operações de fiscalização.

“Durante essas ações, os bombeiros têm a responsabilidade de quantificar os danos causados por queimadas e desmatamento ilegal, além de aplicar multas aos infratores. Essa atividade apresenta riscos significativos, tornando crucial a atuação conjunta com a Polícia Militar e outras entidades que fornecem apoio”, declarou o tenente.


O sargento BM Celso Ribeiro, participante do curso, enfatizou a relevância da qualificação para os fiscalizadores.


“Muitas vezes, nos sentimos vulneráveis por causa da falta de conhecimento sobre condutas de segurança adequadas. Durante as fiscalizações, lidamos com situações complexas em áreas de maior risco. O curso nos proporcionou conhecimentos valiosos sobre condutas de segurança, técnicas de abordagem e procedimentos adequados durante as operações. Agora nos sentimos mais confiantes e preparados para enfrentar os desafios que surgem durante as fiscalizações”, declarou o sargento.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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