MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza queima prescrita na Estrada do Manso para reduzir riscos de incêndios florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início, nesta quinta-feira (30.4), às atividades de queima prescrita na vegetação às margens da rodovia MT-351, conhecida como Estrada do Manso, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães. A técnica preventiva utiliza o fogo de forma intencional, planejada e controlada para reduzir a probabilidade de incêndios florestais na região.

As ações são conduzidas pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e foram iniciadas no trecho da rotatória da Estrada do Manso, seguindo até o balneário Coxipó-Açu, totalizando cerca de 30 quilômetros de área a ser queimada. A operação segue até sexta-feira (1º/5) e, durante esse período, poderá haver presença de fumaça e focos de fogo visíveis.

Na prática, a queima prescrita é uma estratégia de prevenção que diminui a quantidade de material combustível sobre o solo, o qual pode incendiar-se facilmente, especialmente durante os períodos de estiagem, minimizando o risco de ocorrências de incêndios de grande proporção.

De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel BM Heitor Alves de Souza, a realização da queima prescrita é necessária para facilitar o controle do fogo ao longo do período de estiagem. A expectativa é de que esse trabalho seja ampliado para outras áreas a fim de prevenir grandes incêndios florestais no período de seca.

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“Essa é uma ação de prevenção para reduzir o material combustível na área e diminuir o risco de incêndios de maior intensidade. A depender das condições climáticas, vamos avançar com essa ação ao longo da Estrada do Manso”, disse o comandante.

Além da Estrada do Manso, já foram realizadas outras queimas prescritas na região. As ações anteriores abrangeram a Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães, na região do Mirante do Centro Geodésico da América do Sul.

Essas atividades integram o conjunto de ações de prevenção aos incêndios florestais no estado, que também inclui o decreto que declara situação de emergência ambiental em Mato Grosso, já publicado pelo Governo do Estado.

Período proibitivo do uso do fogo

O decreto estabelece que o período proibitivo do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas nos três biomas do estado (Amazônia, Cerrado e Pantanal) será de 1º de julho a 30 de novembro de 2026.

A medida leva em consideração as previsões de condições climáticas adversas, como estiagem prolongada, altas temperaturas, ondas de calor, baixa umidade relativa do ar e ventos intensos, que favorecem a ocorrência de incêndios florestais.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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