O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta quarta-feira (10.04), a remoção de um enxame de abelhas de uma universidade particular em Primavera do Leste (243 km de Cuiabá). No acionamento, que ocorreu via 193, os funcionários da faculdade relataram que os insetos estavam atacando os alunos que frequentam o local.
Após receber a solicitação, a equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi até o local para avaliar a situação e durante a vistoria verificou que as abelhas haviam se alojado em uma área próxima ao Laboratório de Agronomia da faculdade.
Visando garantir a segurança dos estudantes e funcionários, a remoção do enxame ocorreu durante o período noturno, quando havia menor circulação de pessoas no local.
As abelhas foram retiradas de forma segura pelos bombeiros, e transferidas para uma área de mata distante, onde foram soltas.
Retirada segura
Em caso de presença de enxames de abelhas, marimbondos, vespas ou outro inseto agressivo, é recomendado acionar o Corpo de Bombeiros através do número de emergência 193, para solicitar assistência profissional.
Em situações em que o risco é iminente, pode ser necessário adotar medidas apropriadas para lidar com os insetos. Além disso, em casos específicos envolvendo enxames de abelhas, o apoio de apicultores especializados pode ser solicitado.
Não é recomendado tentar lidar com enxames de insetos agressivos por conta própria, pois pode resultar em acidentes graves. O acionamento dos profissionais, como o Corpo de Bombeiros, é a forma correta de garantir a intervenção adequada nessas ocorrências, evitando riscos desnecessários.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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