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Corpo de Bombeiros combate incêndios em áreas de vegetação em Confresa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde deste domingo (31.5), dois incêndios registrados em diferentes pontos da cidade de Confresa (a 1.058 km de Cuiabá).

O 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) recebeu o primeiro chamado por volta das 12h10 para combater um incêndio em uma área de vegetação na Avenida Brasil. Prontamente, uma equipe se deslocou ao local indicado.

Ao chegar, foi constatado um incêndio com forte emissão de fumaça escura, havendo indícios da queima de materiais contendo borracha ou resíduos semelhantes, em razão das características observadas durante o combate.

A equipe realizou combate direto utilizando o canhão de água da viatura Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS-638), empregando aproximadamente cinco mil litros de água para extinguir as chamas. Após a contenção do fogo, foi realizado o rescaldo da área, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes.

A rápida atuação dos bombeiros evitou que o fogo se propagasse. Não houve registro de vítimas durante a ocorrência.

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Às 13h22, a equipe do 2º NBM foi novamente acionada para atender uma ocorrência de incêndio em vegetação na Avenida Independência, após uma moradora informar que havia fogo em um terreno localizado nos fundos de sua residência.

Ao chegar ao local, os bombeiros verificaram que grande parte da área atingida já havia sido consumida pelas chamas. No entanto, ainda existiam focos ativos em materiais combustíveis diversos, incluindo resíduos plásticos e materiais que produziam intensa fumaça.

A equipe realizou o rescaldo da área e eliminou os riscos de propagação para residências próximas. Ninguém ficou ferido.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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