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Controladoria e Empaer unem forças para fortalecer transparência e governança na gestão pública

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) firmaram parceria para fortalecer a governança e transparência nos processos internos da empresa pública. As instituições unem esforços para aprimorar os mecanismos de integridade e otimizar a atividade correcional da entidade.

Um dos temas é a estruturação de uma equipe técnica especializada para atuar nos processos correcionais. A CGE está apoiando a Empaer na capacitação dessa equipe, garantindo que os procedimentos sejam conduzidos com imparcialidade, profissionalismo e em conformidade com as melhores práticas de governança pública.

A parceria também prevê a revisão do regulamento interno da Empaer e a padronização dos processos administrativos por meio da criação de fluxogramas detalhados. Essas medidas visam proporcionar mais eficiência e previsibilidade na gestão interna, assegurando que os colaboradores e gestores tenham diretrizes claras para a condução das atividades.

O secretário adjunto de Corregedoria da CGE, Renan Zattar, destacou a importância dessa cooperação para o fortalecimento da administração pública estadual.

“Nosso papel é atuar em conjunto com os órgãos e entidades do Executivo para oferecer suporte técnico e estratégico na modernização de seus processos internos. A Empaer tem demonstrado um compromisso exemplar com a melhoria contínua da gestão e a adoção das melhores práticas de integridade e governança”, afirmou.

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Conforme o presidente da Empaer, Suelme Fernandes, a parceria com a CGE foi um passo importante para dar celeridade e segurança aos processos correcionais.

“A criação do primeiro Código de Processo Disciplinar da empresa e do Plano Piloto de Atividades Correcionais será uma iniciativa pioneira entre autarquias indiretas de Mato Grosso. Com orientação e penalização dos desvios, mudaremos nossa cultura organizacional oferecendo cada vez mais um serviço de qualidade a sociedade que é quem financia nossos serviços”, disse Suelme Fernandes.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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