MATO GROSSO

Construção da maior ponte de Mato Grosso alcança 60% de execução no Rio Juruena

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A ponte sobre o Rio Juruena, que será a maior de Mato Grosso, com 1.410 metros de extensão, está com 60% de sua estrutura construída. O investimento do Governo de Mato Grosso nesta obra é de R$ 269,6 milhões.

Além da construção desta ponte, a obra contratada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) inclui o asfaltamento de 59 km da MT-208 e a construção de mais três pontes no caminho, com 25, 30 e 50 metros de extensão. Todas as frentes de serviço já foram iniciadas.

A ponte vai ligar os municípios de Cotriguaçu e Nova Bandeirantes, por meio do distrito de Japuranã. A nova ligação, por meio da MT-208, vai garantir a integração da região Noroeste com todo o norte mato-grossense.

Será possível sair de Aripuanã e Colniza e chegar até Guarantã do Norte e a BR-163 passando somente por vias asfaltadas.

Com a nova estrutura, não será mais necessário utilizar uma balsa para atravessar o Rio Juruena. Essa travessia atualmente leva cerca de uma hora, além das limitações de operação no período noturno e da espera por vagas.

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“Essa é uma obra que promove a integração da região Noroeste e faz justiça com a população local, que há muito tempo espera por melhorias na logística e a possibilidade de se deslocar com segurança para outros municípios mato-grossenses”, afirma o secretário Marcelo de Oliveira.

Atualmente, a maior ponte de Mato Grosso está localizada na MT-419 entre Carlinda e Novo Mundo, com 692 metros. A ponte sobre o Rio Juruena terá mais que o dobro deste tamanho.


A ponte é tão grande que sua extensão equivale a cinco Arenas Pantanal e sua extensão supera a soma das cinco pontes que ligam os perímetros urbanos de Cuiabá e Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Hospital Central fez mais de 17 mil atendimentos a pacientes de 104 municípios de Mato Grosso

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O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso recebeu, na manhã desta quarta-feira (27.5), uma visita técnica do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT). Além de conhecer as instalações, as autoridades do órgão receberam informações sobre número de leitos, capacidade de atendimento e status operacional.

O grupo de técnicos foi recebido pela diretora geral da unidade, Alessandra Bokor. “De janeiro para cá, fizemos mais de 17 mil atendimentos a pacientes de 104 municípios mato-grossenses. Como se trata de um hospital novo, a operação ocorre por fases e é importante para nós podermos mostrar essa transparência. Hoje, temos 115 leitos disponíveis do total de 287, que serão ativados até julho”, explicou ela.

A secretária adjunta do complexo regulador da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), Fabiana Bardi, acompanhou a visita. “Foi muito positivo receber o TCE porque pudemos demonstrar como está a realidade do hospital. Dessa visita, teremos sugestões de melhorias. Entendemos que é esse o papel do órgão regulador: fiscalizar”, avaliou a secretária.

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Médico de formação, o conselheiro Guilherme Maluf preside a Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social do TCE-MT e participou do encontro. “Eu, pessoalmente, não conhecia o Hospital Central e foi muito produtivo estar aqui. Gostei do que vi. Podemos considerar que é o melhor hospital, seja público ou privado, do Estado. Esta foi uma análise da parte física e, agora, vamos para a parte documental desta auditoria”, observou o conselheiro.

Além do TCE e da SES, acompanharam a visita os deputados estaduais Wilson Santos, Dr. João e Dr. Eugênio, além de Dejamir Soares, suplente.

Focado em procedimentos de alta complexidade, o Hospital Central atende casos que demandam cirurgias mais complexas, uso de tecnologia para o diagnóstico ou alto risco de vida. Devido a esse perfil, os pacientes são encaminhados pelo sistema de regulação do Estado. A unidade é administrada pelo Einstein Hospital Israelita com atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Atualmente, o hospital oferta as seguintes especialidades cirúrgicas: cirurgia pediátrica, cirurgia ortopédica, cirurgia urológica, cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo e cirurgia ginecológica. Em julho, o escopo se amplia para cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular, cirurgia torácica, mastologia, cirurgia oncológica e neurocirurgia.

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Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo a última edição do ranking World’s Best Hospitals da revista Newsweek. Com sede em São Paulo, é uma organização filantrópica que leva, há 25 anos, a sua expertise em gestão hospitalar para o SUS. Atualmente, administra 35 unidades públicas, das quais nove são hospitais – um deles o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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