MATO GROSSO

Companhia Raio prende dois homens com tabletes e porções de maconha

Publicado em

Policiais militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) do 1º Comando Regional prenderam dois homens, de 28 e 24 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (8.1), em Cuiabá. Com a dupla, foram apreendidos dois tabletes e porções de substância análoga a maconha.

As equipes estavam em motopatrulhamento pelo bairro Dom Bosco e encontraram dois homens em suspeita, na frente de um conjunto de quitinetes, que jogaram um objeto para cima e tentaram fugir para o interior do imóvel ao verem as motos do Raio.

Diante da suspeita, os policiais seguiram a dupla e os abordaram já dentro de uma das casas. Os militares fizeram buscas ao objeto jogado pelos suspeitos e encontraram uma porção de maconha. Já dentro da casa, a equipe encontrou porções da mesma droga e outros objetos utilizados no tráfico e um equipamento para clonar chaves de veículos.

Em depoimento aos policiais, um dos suspeitos afirmou que seu irmão, que residia em uma quitinete vizinha, também venderia drogas com eles e que teria entorpecentes guardados na casa dele. Os militares se deslocaram ao imóvel e fizeram buscas, encontrando mais dois tabletes de maconha. O suspeito não foi localizado.

Leia Também:  MT Hemocentro alerta para estoque baixo de sangue

Os dois homens detidos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  MT Hemocentro alerta para estoque baixo de sangue

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  PM prende três faccionados por sequestro, apreende pistola e R$1,4 mil

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA