MATO GROSSO

Cerca de 20 quilos de Skank são apreendidos por forças policiais em Sorriso

Publicado em

Cerca de 20 quilos de skank (supermaconha) foram apreendidos em ação conjunta das forças de Segurança Pública, na noite de sexta-feira (16.08), no município de Sorriso (a 420 km ao norte de Cuiabá).

Um suspeito, de 23 anos, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, após trabalho integrado entre a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

O entorpecente, acondicionado em uma mala, estava dentro de um veículo e tinha como destino abastecer pontos de venda de drogas comandados por uma facção criminosa instalada na região do centro norte do Estado.

O transporte da mercadoria ilícita de skank foi descoberto durante diligências investigativas da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MT) com apoio da Polícia Militar de Sorriso.

As equipes identificaram que o condutor do automóvel Renault Logan, de cor prata, havia saído de Cuiabá para fazer a entrega dos 20 quilos de droga para os líderes da facção.

Leia Também:  Policiais civis têm trabalho reconhecido em entrega de medalhas de Mérito Policial

Ao ser abordado nas proximidades da BR-163, em Sorriso, o jovem tentou fugir do cerco policial, sem êxito. Foram encontrados os 20 tabletes da droga no interior do carro.

A apreensão faz parte da atuação contínua de combate a facções criminosas em Mato Grosso, através da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/MT), que é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Prefeitura de Sorriso divulga local de prova do Processo Seletivo da Educação

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Feira de veículos usados passa a funcionar a partir de março em Sorriso

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA