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Casies inicia curso gratuito e presencial de Libras a partir de 23 de fevereiro

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O Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies) já está pronto para receber os alunos do curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras 1). As aulas, ofertadas pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), começam no dia 23 de fevereiro, em Cuiabá, de forma presencial.

As inscrições para o curso encerraram nesta sexta-feira (6), mas todas as 390 vagas foram preenchidas em menos de dois dias, evidenciando a alta procura. Além das vagas efetivas, o sistema também registrou 390 inscrições para cadastro reserva, totalizando 780 inscritos.

De acordo com a superintendente de Educação Inclusiva da Seduc, Paula Cunha, o curso é voltado tanto para profissionais da educação quanto para a comunidade em geral e será realizado no período noturno, das 18h30 às 21h30, com encontros semanais em um único dia. As aulas acontecerão no Centro Estadual de Educação Inclusiva (Ceei), no bairro Consil.

Com carga horária total de 50 horas, a formação será desenvolvida entre 23 de fevereiro a 26 de junho de 2026. As turmas estão distribuídas de segunda a sexta-feira, conforme a opção feita pelo candidato no ato da inscrição e a disponibilidade de vagas.

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A lista preliminar dos inscritos será divulgada no dia 9 de fevereiro, e os candidatos classificados deverão confirmar presencialmente a matrícula entre 10 e 13 de fevereiro, mediante apresentação de documentação exigida em edital. A relação final dos matriculados e do cadastro reserva será publicada em 19 de fevereiro.

O curso tem como objetivo ampliar o conhecimento da Libras, fortalecer a inclusão de pessoas surdas e oferecer uma base inicial para quem deseja atuar futuramente como intérprete ou aprofundar a formação na área.

Além do Libras 1, o Casies também realizará teste de nivelamento para candidatos que já possuem ao menos 50 horas de formação e desejam ingressar nos níveis Libras 2, Libras 3 ou no curso de Interpretação. As avaliações ocorrerão entre 10 e 13 de fevereiro, nos períodos matutino e vespertino.

Para aprovação, os alunos deverão cumprir frequência mínima de 75% e alcançar média igual ou superior a 7,0. Os certificados serão disponibilizados posteriormente na plataforma Moodle da instituição.

De acordo com o Casies, uma nova oferta do curso está prevista para o segundo semestre, com abertura de edital em julho e início das aulas em agosto. Todas as informações oficiais, comunicados e resultados são divulgados exclusivamente no site do Casies.

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Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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