MATO GROSSO

Bombeiros resgatam jiboia e ave em situação de risco

Publicado em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou o resgate de uma jiboia cinza e de uma ave da espécie curicaca que se encontravam em locais de risco nos municípios de Poconé (a 105 km de Cuiabá) e Lucas do Rio Verde (a 360 km de Cuiabá). As ocorrências foram registradas entre quinta e sexta-feira (5 e 6.2).

Em Poconé, a equipe do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM) foi acionada na noite de quinta-feira (5) para atender a um chamado no bairro Boa Nova, onde uma ave havia caído no quintal de uma residência.

No local, os bombeiros militares constataram que se tratava de um filhote de curicaca, que não apresentava ferimentos aparentes. Após o resgate, o animal foi devolvido com segurança ao seu habitat natural.

Já em Lucas do Rio Verde, a equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada nesta sexta-feira (6) para resgatar uma jiboia cinza encontrada às margens da rodovia MT-449.

Leia Também:  Governador entrega casas do SER Família Habitação, asfalto novo e pontes em cinco municípios de MT

Durante a avaliação, os militares verificaram que o animal estava saudável e sem lesões. Em seguida, a serpente foi capturada de forma segura e encaminhada para uma reserva ambiental da região.

O CBMMT orienta a população a não tentar capturar ou manusear animais silvestres, pois isso pode colocar em risco tanto as pessoas quanto os próprios animais. Em situações semelhantes, a recomendação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Governador entrega casas do SER Família Habitação, asfalto novo e pontes em cinco municípios de MT

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Professores premiados pela Seduc embarcam para intercâmbio pedagógico na Colômbia

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA