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Bombeiros localizam idosa que desapareceu em área de mata

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na sexta-feira (5.6), uma idosa que havia desaparecido na zona rural da Comunidade Saltinho, em Colíder (a 650 km de Cuiabá). A mulher, diagnosticada com demência, estava desaparecida desde a quarta-feira (3.6), quando foi vista pela última vez.

As buscas foram iniciadas na manhã de sexta-feira, após acionamento da 12ª Companhia Independente Bombeiro Militar (12ª CIBM). Imagens de câmeras de segurança registraram a idosa caminhando na madrugada do mesmo dia, por volta das 3h30, em uma estrada vicinal sem saída que dá acesso a uma área de mata fechada, próxima a um rio.

Com base nessas informações, além de dados repassados por familiares e testemunhas, foi mobilizada uma equipe de busca e resgate, com apoio da Polícia Militar e uso de drone com câmera térmica para realização de varreduras preliminares na região.

Como não houve êxito na varredura inicial, os bombeiros intensificaram as ações, adentrando a área de vegetação para reconhecimento do terreno e continuidade das buscas. Depois de algumas horas de trabalho, foi encontrado um chinelo que, após verificação com registros recentes, foi confirmado como pertencente à vítima.

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A partir desse indício, as equipes reforçaram as buscas na região, utilizando também a análise de pegadas no solo, o que permitiu estimar a possível direção tomada pela idosa. Aproximadamente 300 metros do ponto onde o chinelo havia sido localizado, por volta das 17h, os bombeiros encontraram a vítima com vida em meio à vegetação, às margens do rio Carapá.

A idosa estava caída, desorientada, fraca e apresentava sinais de desidratação. Devido ao estado de debilidade, precisou ser transportada em maca por cerca de 1 quilômetro até a estrada mais próxima, onde uma unidade de resgate já a aguardava. Em seguida, foi encaminhada ao Hospital Regional de Colíder para atendimento médico.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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