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Bombeiros de MT continuam combate a quatro incêndios florestais no Estado neste domingo (21)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso segue no combate a quatro incêndios florestais no Estado neste domingo (21.07).

Em Barão de Melgaço, militares combatem um incêndio às margens do rio Cuiabá, próximo à divisa com Poconé.

Em Cáceres são dois incêndios ativos, sendo um no Parque Estadual do Guirá e outro na região de Porto Conceição. No Guirá, a estratégia utilizada é o encharcamento dos focos ativos nas turfas com água; enquanto em Porto Conceição os militares estão divididos ao longo do Rio Paraguai fazendo combate direto e construção de aceiros para evitar a propagação das chamas.

Já ao sul do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense (Parna Pantanal) há um incêndio próximo à Fazenda Bélica, que faz divisa com Mato Grosso do Sul. Atuam equipes do Corpo de Bombeiros e brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Os brigadistas do ICMBio também combatem um incêndio dentro do Parna Pantanal, próximo a divisa com a Reserva Particular do Patrimônio Natural Estância Dorochê. O Corpo de Bombeiros monitora o incêndio via satélite.

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Por fim, neste domingo, não há focos de calor detectados pelos satélites nas regiões de mineradoras em Nova Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. As regiões seguem em monitoramento pela corporação.

Estrutura

Somente no Pantanal atuam 38 bombeiros, oito funcionários da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), seis militares do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), cinco membros da Defesa Civil do Estado e um integrante do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

Este efetivo conta com o apoio de um avião, um helicóptero, onze viaturas, nove máquinas para a construção de aceiros, quatro caminhões auto tanque e três embarcações.

Além disso, também participam das ações brigadistas do ICMBio e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e integrantes do Exército Brasileiro, Força Nacional, Marinha do Brasil e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) faz o monitoramento de todos os incêndios florestais do Estado, via satélite, para orientar as equipes em campo.

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A estiagem severa e a baixa umidade do ar têm contribuído para a propagação das chamas e o Corpo de Bombeiros pede que a população colabore e respeite o período proibitivo. A qualquer indício de incêndio, os bombeiros orientam que a denúncia seja feita pelos números 193 ou 190.

Incêndios extintos

O Corpo de Bombeiros já extinguiu oito incêndios florestais em Mato Grosso: quatro em Cuiabá, três em Chapada dos Guimarães e um em Poconé.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 146 focos de calor entre sábado (20.07) e domingo, conforme última checagem, às 16h15, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desses, 81 se concentram na Amazônia, 62 no Cerrado e três no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Importante ressaltar que o foco de calor isolado não representa um incêndio florestal. Entretanto, um incêndio florestal conta com o acúmulo de focos de calor.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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