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Batalhão Ambiental detém dupla e apreende máquina e toras de madeiras extraídas ilegalmente

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental apreenderam, nesta terça-feira (28.1), 300 metros quadrados de madeira extraída ilegalmente, e uma pá carregadeira, localizados na zona rural de Nova Santa Helena (599 km de Cuiabá). Na ação, dois homens foram notificados por crime ambiental.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes militares, com apoio de outras unidades, realizavam uma fiscalização ambiental terrestre visando combater o desmatamento ilegal no bioma amazônico.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, as equipes flagraram dois homens extraindo toras de madeira, sem identificação, com apoio de uma máquina pá carregadeira.

Ao ser abordado, um dos suspeitos alegou ter sido contratado para fazer o desmate ilegal a mando do comparsa.

Os suspeitos confessaram que não haviam documentação de autorização dos órgãos competentes para a extração das madeiras.

As toras foram inutilizadas e a máquina apreendida ficou sob custódia ao Conselho Comunitário de Segurança Pública de Marcelândia.

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Os policiais militares lavraram termos de apreensão e depósito e novos autos de infração. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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