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Após investigação da Polícia Civil, PM é preso e outro policial está foragido

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A Polícia Judiciária Civil já está na captura para prender o segundo acusado de homicídios em Rondonópolis, trata-se do policial militar Elder José da Silva, do Bope. Os mandados de prisão foram expedidos na manhã desta sexta-feira, dia 29, pela Justiça Estadual.

O policial Cássio Teixeira Brito já está preso no Comando Regional de Rondonópolis. A prisão ocorreu assim que a PM foi informada da expedição dos mandados. O policial estava no Comando Regional, fazendo a troca de plantão, quando ocorreu a prisão.

Toda a investigação para chegar até os acusados foi conduzida pelo delegado Regional de Rondonópolis, qual está respondendo também pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, Thiago Damasceno.

Entenda o caso

No dia 27 de dezembro, última quarta-feira, dois moradores em situação de rua foram mortos por dois homens em uma caminhonete de luxo. Eles estavam deitados na calçada quando foram alvejados. Outras duas pessoas também ficaram feridas. O crime ocorreu na frente do Centro de Atendimento à População em situação de rua.

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Assim que foram informados dos crimes, a PJC iniciou o processo de investigação que culminou com a identificação dos suspeitos. A polícia foi informada que um homem havia dado entrada em um Hospital com um tiro no pé. Ao chegar no local, os dois suspeitos estavam na unidade de saúde e informaram que foi um tiro acidental, que o próprio policial do Bope disparou em si mesmo.

A partir desse momento, os investigadores começaram a checar as informações e descobriram a participação dos mesmos nos homicídios. Em menos de 24horas, o caso já estava elucidado pelas autoridades com o pedido de prisão dos envolvidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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