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Agentes que atuam nas operações Lei Seca são capacitados para as atividades de fiscalização

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Equipes da Fiscalização de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), em parceria com o Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, estão percorrendo municípios do interior do Estado para capacitar agentes municipais e estaduais de trânsito, guardas municipais, policiais militares, policiais civis, Corpo de Bombeiros, Politec, Polícia Penal e Socioeducativo que atuam nas operações Lei Seca.

A última capacitação aconteceu no dia 11 de novembro, em Nova Mutum. A equipe já percorreu também outros municípios que realizam a operação Lei seca, como Alta Floresta, Barra do Garças, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Cáceres.

O objetivo é padronizar as atividades de fiscalização e o policiamento especializado de trânsito dentro do projeto de expansão das operações Lei Seca nos municípios do interior para a redução dos sinistros de trânsito e conscientização dos condutores em relação ao ato de dirigir sob efeito de álcool.

Entre as informações repassadas nas capacitações estão: montagem de barreiras, procedimentos de abordagens, atualização da legislação de trânsito, lavratura de flagrantes, instruções sobre o uso do aparelho etilômetro, dentre outras.

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Sempre após as capacitações, são realizadas operações de fiscalização nos municípios para colocar em prática os ensinamentos, bem como a ação integrada preventiva “Amigo da Rodada”, em bares e restaurantes locais.

“Nosso objetivo é o aperfeiçoamento da qualidade do serviço que está sendo prestado, do planejamento operacional, além da entrega de materiais de trabalho para uso nas operações. Também realizamos operações nos municípios para observar o que pode ser melhorado nas instruções. É uma troca de experiência entre a equipe de Cuiabá, que é da Câmara Temática de Trânsito, para juntos analisarmos o que é possível agregar no trabalho que já vem sendo executado, considerando a realidade dos municípios”, disse a coordenadora de Fiscalização de Trânsito do Detran-MT, Kelli Lopes Félix.

Somente este ano já foram realizadas 277 edições da operação Lei Seca. As operações são comandadas pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com apoio das forças de Segurança do Estado, e tem como principal intuito a redução dos sinistros de trânsito em decorrência da combinação de álcool e direção de veículo.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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