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Advogado do RJ condenado a mais de 40 anos de prisão é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

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Dois estelionatários, foragidos dos estados de Rio de Janeiro e do Amapá que estavam residindo em Cuiabá, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (02.07), em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes.

Entre os presos, o advogado A.C. G., condenado a 40 anos e três meses de reclusão pelo crime de estelionato pela 32ª Vara Criminal do Rio de Janeiro (RJ).

O advogado é acusado de fraudar documentos, usar petições em nome de falsos clientes, ou de clientes que não haviam sido lesados, e se utilizar de informações consideradas inverídicas contra empresas privadas (bancos e operadoras de telefonia). Se somados todos os casos, a fraude poderia chegar a mais de R$ 210 mil.

As investigações apontam que após ter a ordem prisão decretada no estado do Rio de Janeiro, o advogado veio para Mato Grosso, onde continuava advogando.

Em outra diligência, os policiais da Delegacia de Estelionato deram cumprimento ao mandado de prisão contra outro golpista, foragido do estado do Amapá.

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O suspeito estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Central de Garantias e Execução de Penas e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça do Amapá pelo crime de estelionato, além de ter um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, expedido pela Segunda Vara Criminal de Cuiabá.

Após tomar conhecimento dos dois mandados de prisão em aberto e que os foragidos estavam residindo em Cuiabá, os policiais fizeram o levantamento dos endereços, onde os procurados foram localizados e tiveram as ordens judiciais cumpridas. Após as providências cabíveis, os presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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