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Ações de fiscalização do BPMTran ampliam notificações e reforçam segurança viária em Mato Grosso

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O Batalhão de Polícia Militar Trânsito Urbano e Rodoviário de Mato Grosso (BPMTran) notificou 203.313 condutores por infrações diversas nas rodovias estaduais em 2025. O número representa um aumento de 144,4%, em comparação com 2024, quando foram contabilizados 83.163 notificações.

O comandante do BPMTran, tenente-coronel Fábio Ricas de Araújo, afirma que esse aumento significativo representa um conjunto de ações dos policiais militares para garantir um trânsito mais seguro. Além disso, conforme o tenente-coronel Fábio Ricas, os resultados surgem a partir de um aumento do efetivo, melhores condições de trabalho, novas viaturas e armamentos entregues pelo Governo do Estado, que trouxeram melhorias para o fortalecimento do policiamento tático, ostensivo e preventivo.

“As ações estão em total sinergia com o Programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas criado pelo governador Mauro Mendes, com objetivo de combater a criminalidade em Mato Grosso. Nossos policiais militares desencadearam uma série de ações de fiscalização para fortalecer o policiamento, no trânsito no perímetro urbano e rodoviário. As ações do Batalhão de Trânsito buscam ampliar e aprimorar cada vez mais o desempenho técnico profissional dos nossos policiais”, ressalta.

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As ações de fiscalização do policiamento tático e ostensivo ocorreram nas rodovias que passam pela Baixada Cuiabana, como Helder Cândia (MT-010); Palmiro Paes de Barros (MT-040); no entroncamento entre Primavera do Leste e Rondonópolis (MT-130); e Emanuel Pinheiro (MT-251), além das principais vias urbanas de toda a Região Metropolitana de Cuiabá.

Ainda conforme o balanço de produtividade do Batalhão de Trânsito, foram abordados, no último ano, 113.341 condutores. Os policiais militares realizaram 4.814 pontos de bloqueios e barreiras. Já outros 3.510 veículos foram flagrados de maneira irregular. Segundo o Batalhão, 995 motoristas foram flagrados conduzindo sob efeito de álcool, já outros 9.230 pessoas foram flagradas dirigido sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

As equipes cumpriram, ainda, 71 ordens de mandado de busca e apreensão. Já outros 65 veículos foram localizados adulterados e 1.037 Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCO) foram registrados.

“Tivemos um saldo bastante positivo com relação à produtividade no ano passado e esse trabalho só foi possível graças ao empenho, preparo e dedicação dos policiais militares. O BPMTran é referência nacional no serviço de moto patrulhamento, escolta e batedor, que é motivo de orgulho da nossa instituição”, afirma o tenente-coronel Fábio Ricas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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