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Ação das Polícias Civil e Militar prende dois investigados por tráfico de drogas em São José dos Quatro Marcos

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A Delegacia de São José dos Quatro Marcos da Polícia Civil, em ação conjunta com a Polícia Militar, prendeu dois suspeitos de tráfico de drogas no município. A Justiça já decretou a prisão preventiva de ambos.

Em um primeiro momento, na última quinta-feira (20.2), a Polícia Militar realizou a captura de uma das suspeitas, que foi conduzida à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico. Na ocasião, um segundo suspeito conseguiu fugir.

Com base nos elementos colhidos no inquérito e no auto de prisão em flagrante, a Polícia Civil obteve o mandado de prisão preventiva do fugitivo, cujo mandado foi cumprido pela Delegacia de São José dos Quatro Marcos nesta segunda-feira (23), após diligências para localização e captura do suspeito.

Investigação

Os dois investigados já tinham registros anteriores por tráfico de drogas, histórico que aponta para reincidência. Somadas às circunstâncias do flagrante e à tentativa de fuga de um deles, essas informações embasaram o pedido de prisão preventiva, considerado necessário para resguardar a ordem pública e garantir o andamento da ação penal.

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Com o cumprimento dos mandados, os dois investigados foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar outros eventuais participantes da atividade criminosa, bem como mapear a extensão do esquema de tráfico na região.

“Quem insiste em viver do crime e desafiar o Estado, fugindo de abordagem ou usando o tráfico como meio de vida, precisa entender que a resposta será firme e contínua. Não aceitaremos que integrantes de facção criminosa tentem transformar nossa comarca em território livre para o tráfico”, afirmou o delegado de São José dos Quatro Marcos, Kairo Ribeiro.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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