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A imunização é uma prioridade em Mato Grosso, afirma promotor de Justiça

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O promotor de Justiça Milton Mattos, que atua na defesa da Saúde, afirmou que a imunização da população é uma prioridade no Estado de Mato Grosso e demais órgãos públicos.

“Todos os promotores de Justiça desse Estado têm o dever de trabalhar em prol da imunização, de fortalecer, fiscalizar e ser parceiro dos secretários e dos prefeitos para ajudar de alguma forma nesse processo de imunização. A população quer que o Ministério Público atue na saúde, as pessoas precisam de saúde”, destacou.

A declaração do promotor foi feita durante a cerimônia que premiou os 31 municípios de Mato Grosso, nesta quinta-feira (20.3), com os melhores desempenhos no programa Imuniza Mais MT.

Mattos ressaltou ainda que a premiação é fundamental para prestigiar os municípios com os melhores desempenhos, mas também para motivar os que não conseguiram atingir as metas e serem contemplados na próxima edição do programa Imuniza Mais MT. “Aqueles municípios, que não estão na premiação, podem se sentir motivados a melhorar [sua cobertura vacinal]”, disse.

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O promotor parabenizou que o programa, executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), é uma iniciativa contínua. No Ministério Público, Milton apontou que a imunização e a Atenção Básica à Saúde são prioridade no planejamento estratégico do órgão.

Na cerimônia, ele também citou estudos que atestam que o método mais eficiente para que as pessoas voltem a se vacinar é o trabalho do Agente Comunitário de Saúde, profissional ligado às Prefeituras Municipais.

“Esses trabalhadores fazem campanha de vacinação nos fins de semana, nas escolas, nas empresas, nas aldeias. É difícil dizer não para um agente comunitário de saúde que vai na sua casa e fala ‘o senhor você poderia levar seu filho para vacinar?’. As pessoas não dizem não para um agente comunitário de saúde. Esses profissionais, que trabalham no sol, dia a dia, tem o respeito com certeza do Ministério Público”, apontou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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