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São Paulo perde para Atlético-MG e sai em desvantagem nas quartas de final da Copa do Brasil

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Em uma noite pouco inspirada, o São Paulo foi derrotado pelo Atlético-MG por 1 a 0 nesta quarta-feira, no Morumbi. O gol decisivo foi marcado por Battaglia nos acréscimos, colocando o Tricolor em desvantagem no confronto das quartas de final da Copa do Brasil.

Desafios para o jogo de volta

Com o resultado, o time comandado por Luis Zubeldía precisa vencer por dois gols de diferença no jogo de volta, em Belo Horizonte, para avançar às semifinais. Caso vença por apenas um gol, a decisão será nos pênaltis. Qualquer empate ou derrota elimina o São Paulo da competição.

 Primeiro tempo

O jogo começou de forma estudada, com poucas emoções. O São Paulo encontrou dificuldades para superar a marcação do Atlético-MG, que dominava as ações, mas não conseguia converter essa superioridade em chances claras de gol.

A primeira oportunidade perigosa surgiu aos 18 minutos, quando Wellington Rato fez uma bela jogada pelo meio, tabelou com Calleri e finalizou com a perna esquerda, mas Everson defendeu. O Atlético-MG respondeu rapidamente, aos 19 minutos, com Scarpa, que fintou Arboleda e chutou rasteiro, mas Rafael defendeu sem dificuldades.

Empurrado pela torcida, o São Paulo voltou a ameaçar aos 33 minutos, novamente com Wellington Rato. Após uma boa jogada coletiva, ele chutou firme, mas Everson fez outra boa defesa.

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Segundo tempo

O São Paulo voltou do intervalo mais agressivo e quase abriu o placar aos três minutos. Rato recebeu na direita, limpou Paulinho e chutou colocado, mas Everson se esticou e mandou para escanteio. O árbitro, no entanto, não viu o desvio e marcou tiro de meta.

Aos 10 minutos, Scarpa cobrou um escanteio perigoso, mas Calleri afastou o perigo no último instante. O São Paulo continuava com dificuldades para criar chances claras de gol. Aos 38 minutos, Calleri foi lançado em velocidade e ficou cara a cara com Everson, mas o goleiro defendeu.

Aos 43 minutos, Lucas desperdiçou a melhor chance do São Paulo na partida. Bobadilla lançou o camisa 7, que cabeceou para fora, mesmo estando sozinho na pequena área. O Atlético-MG aproveitou o vacilo e marcou nos acréscimos. Scarpa cruzou para Battaglia, que cabeceou na segunda trave e garantiu a vitória do Galo.

O São Paulo terá que superar um grande desafio no jogo de volta para continuar na Copa do Brasil. A equipe precisa de uma vitória convincente em Belo Horizonte para reverter a desvantagem e avançar às semifinais. Até lá, o foco se volta para o Campeonato Brasileiro, onde o Tricolor busca se recuperar e manter a confiança para o decisivo confronto contra o Atlético-MG.

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Próximo confronto

O reencontro entre São Paulo e Atlético-MG está marcado para o dia 12 de setembro, quinta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), na Arena MRV. Antes disso, ambos os times têm compromissos importantes pelo Campeonato Brasileiro. O São Paulo enfrenta o Fluminense no Maracanã, neste domingo, às 18h30, pela 25ª rodada. O Atlético-MG, por sua vez, joga contra o Grêmio, às 11h, em Porto Alegre.

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 0 X 1 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio do Morumbis, em São Paulo (SP)
Data: 28/08/2024
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (RS)
Cartões amarelos: Carlos Gruezo, Rafinha, Maxi Cuberas e Arboleda (São Paulo); Junior Alonso, Otávio, Igor Gomes e Saravia (Atlético-MG)
GOL: Battaglia, aos 46′ do 2ºT (Atlético-MG)

SÃO PAULO: Rafael; Rafinha, Arboleda, Sabino e Welington; Luiz Gustavo e Bobadilla; Wellington Rato (Rodrigo Nestor), Luciano e Lucas; Calleri. Técnico: Maxi Cuberas

ATLÉTICO-MG: Everson; Saravia, Battaglia, Junior Alonso (Lyanco) e Guilherme Arana; Otávio, Alan Franco, Bernard (Igor Gomes) e Gustavo Scarpa (Rubens); Paulinho (Palacios) e Hulk (Cadu). Técnico: Gabriel Milito

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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