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Palmeiras vence clássico contra o Santos e tira invencibilidade do rival no Paulista

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O Palmeiras venceu o Santos, neste domingo (28.01), por 2 a 1 no Allianz Parque em um jogo emocionante.

Com essa vitória, o Verdão conquistou a segunda vitória consecutiva no Campeonato Paulista e acabou com a sequência de 100% de aproveitamento do rival.

Os gols da equipe alviverde foram marcados por Raphael Veiga e Flaco López, enquanto Otero descontou para o Peixe. Além disso, o duelo marcou a estreia do novo uniforme do Palmeiras.

Com esse resultado, o time comandado por Abel Ferreira chegou a sete pontos e segue na liderança do Grupo B. Já o Santos permanece com seis pontos, liderando o Grupo A.

O Palmeiras volta a campo na próxima quarta-feira para enfrentar o Red Bull Bragantino, às 19h30, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. Enquanto isso, o Santos enfrentará o Água Santa, na quarta-feira, às 21h35, na Arena Inamar, em Diadema.

No primeiro tempo do clássico, o Palmeiras teve mais oportunidades de gol, com destaque para Flaco López, que teve duas boas chances de balançar as redes. O Peixe tentou sair da defesa, mas encontrou dificuldades na marcação do adversário.

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Após os primeiros 20 minutos, o jogo ficou mais equilibrado, com o Palmeiras mantendo a posse de bola, mas sem criar grandes chances, enquanto o Santos teve poucas oportunidades de perigo. O Verdão quase abriu o placar em uma falta próxima à área, mas Raphael Veiga acertou a trave.

No segundo tempo, o Palmeiras conseguiu abrir o placar aos 6 minutos, com Raphael Veiga aproveitando um desvio na defesa do Santos e mandando a bola para o fundo das redes. Pouco depois, aos 16 minutos, Flaco López marcou o segundo gol palmeirense após rebote do goleiro.

O Santos reagiu aos 23 minutos, com Otero marcando o gol de honra após uma bela jogada de contra-ataque. O Palmeiras quase ampliou o placar aos 29 minutos, mas o goleiro João Paulo fez uma boa defesa.

Com o resultado, o Palmeiras conquistou a primeira vitória em clássicos no ano, enquanto o Santos amargou sua primeira derrota no Campeonato Paulista.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 2 X 1 SANTOS

Local: Allianz Parque
Data:  28 de janeiro de 2024 (domingo)
Horário: às 18h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Anderson José de Moraes e Rafael Tadeu Alves de Souza
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Cartões amarelos: Abel Ferreira (Palmeiras); Tomás Rincón (Santos)
Público: 40.379 torcedores
Renda: R$ 2.369.179,78

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GOLS: Raphael Veiga (Palmeiras), aos 3′ do 2ºT; Flaco López (Palmeiras), aos 16′ do 2ºT; Otero (Santos), aos 23′ do 2ºT.

PALMEIRAS: Weverton; Gómez, Luan e Murilo; Mayke (Marcos Rocha), Richard Ríos (Fabinho), Zé Rafael (Aníbal Moreno), Raphael Veiga (Gabriel Menino) e Piquerez; Rony e Flaco López (Jhon Jhon).
Técnico: Abel Ferreira

SANTOS: João Paulo; Aderlan, Gil, Joaquim e Kevyson (Felipe Jonatan); Tomás Rincón (Giuliano) (Otero), João Schmidt, Diego Pituca e Cazares; Pedrinho (Guilherme) e Willian Bigode (Furch).
Técnico: Fábio Carille

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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