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Novorizontino elimina Corinthians e avança à final do Paulistão

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O Novorizontino escreveu seu nome na história do futebol paulista ao eliminar o Corinthians com uma vitória por 1 a 0 neste sábado, no Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi. Com o gol de Mayk aos 28 minutos do segundo tempo, a equipe do interior garantiu vaga na final do Campeonato Paulista, deixando o Timão pelo caminho e frustrando os planos de defesa do título alvinegro.

Agora, o Novorizontino aguarda o vencedor do clássico entre Palmeiras e São Paulo para definir seu adversário na decisão. Os jogos da outra semifinal estão marcados para os dias 4 e 8 de março. A equipe comandada por Enderson Moreira ainda tem boas chances de disputar a segunda partida da final em casa, a menos que o Palmeiras vença por uma diferença de quatro gols ou mais no agregado.

Corinthians falha e diz adeus ao Paulista

O Timão, que buscava o bicampeonato, não conseguiu reagir após a derrota por 2 a 1 no jogo de ida e viu seu sonho acabar na semifinal. A equipe teve oportunidades, especialmente com Memphis Depay, André e Bidu, mas faltou eficiência para balançar as redes.

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O Novorizontino, por outro lado, soube aproveitar seu momento. Mayk surgiu como herói ao aparecer na segunda trave para finalizar um cruzamento de Robson, garantindo a classificação histórica para a final.

Próximos compromissos

Enquanto o Novorizontino se prepara para a decisão do Paulistão e também para sua estreia na Série B contra o Londrina, o Corinthians volta sua atenção para o Campeonato Brasileiro. O Timão enfrenta o Coritiba na próxima quarta-feira (11/03), às 21h30, na Neo Química Arena, em busca de recuperação após a eliminação no estadual.

A derrota deixa o Corinthians com a missão de se reerguer no Brasileirão, enquanto o Novorizontino celebra uma das maiores conquistas de sua história, com a chance de levar o título paulista para o interior.

FICHA TÉCNICA

 NOVORIZONTINO 1 x 0 CORINTHIANS 

Competição: Campeonato Paulista (semifinal)
Local: Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP)
Data: 28 de fevereiro de 2026 (sábado)
Horário: 20h30 (de Brasília)
Público: 10.899 pessoas
Cartões amarelos: Matheus Bianqui, Dantas, Castrillón e Jordi (Novorizontino) / Matheuzinho, Allan, Breno Bidon, André e Gui Negão (Corinthians)
Cartões vermelhos: Nenhum

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Arbitragem

  • Árbitro: João Vitor Gobi
  • Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Daniel Paulo Zioli
  • VAR: Adriano de Assis Miranda

 GOL: Mayk, aos 28′ do 2ºT (Novorizontino)

 NOVORIZONTINO: Jordi; Alvariño, Dantas, Patrick e Mayk (Eduardo Brock); Oyama, Léo Naldi e Rômulo (Juninho); Matheus Bianqui (Castrillón), Vinícius Paiva (Tavinho) e Robson.
Técnico: Enderson Moreira

CORINTHIANS: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele (Vitinho), Allan (Gui Negão), André (Carrillo), Bidon (Pedro Raul) e Garro (Dieguinho); Memphis Depay.
Técnico: Dorival Júnior



Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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