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Grêmio vencem Botafogo fora de casa e se recuperam no Brasileirão Feminino

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Na tarde desta quinta-feira (21.03), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, as Gurias Gremistas venceram o Botafogo, pelo placar de 2 a 0, em jogo válido pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro A1. Com o resultado, a equipe comandada pela técnica Thaissan Passos conquistou os primeiros três pontos na competição se recuperando do revés diante do Corinthians, na estreia. Os gols gremistas foram anotados por Brito e Giovaninha, ambos na segunda etapa.

Tendo em vista o forte calor que assolou a capital carioca na tarde de hoje, as duas equipes fizeram um primeiro tempo com o freio de mão puxado.

Detendo um pouco mais a posse de bola, o Tricolor procurou ganhar o meio de campo, mas pouco ameaçou a meta botafoguense.

Os primeiros 45 minutos tiveram somente três oportunidades de gol, uma para o Botafogo e duas grandes chances para o Grêmio.

O  Botafogo criou logo aos 5 minutos: após escanteio cobrado por Chai, da direita, Karen se antecipou no primeiro pau e mandou por sobre o travessão, de cabeça.

No lance seguinte, o Grêmio chegou tocando na frente da área e Caty recebeu entrando livre pela esquerda. Ela deu um leve toque embaixo da bola para tirar da goleira Michelle, mas a conclusão passou à esquerda, rente ao poste.

Aos 12 minutos, a melhor oportunidade: Jéssica Peña achou Cássia entrando na área outra vez pela esquerda. Ela driblou a goleira e mandou pro gol aberto. A zagueira voltou a tempo e salvou sobre a linha. No rebote, Ludmila chutou forte e Michelle fez um milagre. Grande chance!

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Foi o que de melhor ocorreu no primeiro tempo que poderia ter terminado com a vitória das Gurias Gremistas.

O Grêmio voltou para etapa final sem modificações, mas com uma postura mais ofensiva. O Botafogo, por sua vez, também ousou colocando uma atacante no lugar de uma jogadora de meio, mas foram as Gurias Gremistas que tomaram conta do jogo.

Diferente do primeiro tempo, já sem o sol batendo direto no gramado, a partida foi muito mais movimentada.

Aos 7 minutos, no contra-ataque, quase o gol das Gurias Gremistas: Dayana Rodríguez abriu para Cássia, no bico da grande área pela direita. Ela ajeitou o corpo e colocou por cobertura, buscando o ângulo direito. A bola explodiu no travessão e saiu.

Cinco minutos depois, outra vez Cássia. Ela tabelou com Ludmila na frente da área e chutou prensado. A bola passou à esquerda, com perigo.

No minuto 15, três alterações no Grêmio: entraram Luana Spindler, Raíssa Bahia e Rafa Levis nas vagas de Ludmila, Caty e Dayana Rodríguez.

Aos 21, Rafa Levis cobrou escanteio da esquerda e Tayla desviou no primeiro pau mandando no canto oposto. A bola passou raspando.

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Estava amadurecendo o gol do Grêmio.

Depois de tanto buscar, as Gurias Gremistas abriram o marcador aos 24: novamente escanteio cobrado por Rafa Levis no meio da área. A defesa carioca se atrapalhou e, na segunda tentativa, Brito pegou o rebote e chutou forte para o fundo das redes. Grêmio 1 a 0!

O Botafogo deu o troco logo em seguida: Luciana Gómez achou Duda Basílio dentro da área, pela direita. A atacante apareceu livre, mas não pegou bem na bola. Ela passou à direita.

Com a vantagem no marcador, o Tricolor passou a administrar o tempo.

Aos 39 minutos, surgiu o segundo gol que matou o jogo: Cássia cruzou da esquerda, com a perna direita, buscando o segundo pau. Giovaninha veio de trás, em velocidade, e mandou de canhota, no canto esquerdo da goleira Michelle, que nem se mexeu. Grêmio 2 a 0!

Na sequência, a técnica Thaissan Passos colocou Shashá no lugar de Jéssica Peña e Sinara no lugar da Luana Spindler.

O Botafogo até tentou diminuir a vantagem numa pressão final, mas as Gurias Gremistas seguraram a grande vitória fora de casa.

O Tricolor volta a campo no próximo domingo, às 15h, para enfrentar o Fluminense, no Estádio Airton Ferreira da Silva, no CFT Hélio Dourado, em Eldorado do Sul.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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