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Fluminense vence o Colo-Colo fora de casa pela Libertadores

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O Fluminense venceu o Colo-Colo por 1 a 0 nesta quinta-feira (09/05), em partida válida pela quarta rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores. No Monumental de Santiago, no Chile, o Tricolor encarou jogo duro e conquistou a vitória com gol de Manoel. Com o resultado, a equipe lidera o grupo A com oito pontos.

Na entrada em campo, os jogadores do Tricolor carregaram uma faixa divulgando a plataforma ParaQuemDoar, que está recolhendo doações para as vítimas das enchentes causadas pelas fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias.

A equipe comandada por Fernando Diniz volta a campo na segunda-feira (13/05), quando enfrenta o São Paulo no Morumbi. O confronto ocorre às 20h, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

PRIMEIRO TEMPO

Ao longo da primeira etapa, o Fluminense encarou um adversário bem postado, que dificultou subidas de perigo ao ataque. Durante os primeiros 30 minutos, o Tricolor teve boas movimentações, especialmente através de lançamentos, mas não concluiu em finalizações. Aos 43 minutos, Marquinhos cobrou falta central e mandou por cima do gol. Aos 46, Ganso encontrou Lima na ponta direita, o meia invadiu a área e bateu direto para o gol, exigindo boa defesa do goleiro.

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SEGUNDO TEMPO

O Tricolor iniciou a segunda etapa com maior controle da posse de bola. Após troca de passes efetiva na direção do campo de ataque, Marquinhos arrumou escanteio aos 26 minutos. Na cobrança, Ganso mandou na área e a defesa afastou. Na sobra, Marcelo mandou na direção do gol, Manoel desviou de cabeça e balançou a rede, garantindo a vitória. O Fluminense manteve a boa postura defensiva até o apito final e garantiu os três pontos.

FICHA TÉCNICA

COLO-COLO 0 X 1 FLUMINENSE 

Conmebol Libertadores – 4ª rodada Grupo A

09/05/2024, 21h – Monumental de Santiago

Colo-Colo: Cortés; Opazo, Saldivia, Falcón e Wiemberg; Pavez, Bolados (Benegas) e V. Pizarro; Palacios, Damian Pizarro (Paiva) e Zavala (Cepeda). Técnico: Jorge Almirón

Fluminense: Fábio; Marquinhos, Manoel, Felipe Melo (Antônio Carlos) e Marcelo; Martinelli, Lima e P.H.Ganso (Guga); Jhon Arias, Douglas Costa (Alexsander) e Germán Cano. Técnico: Fernando Diniz

Gols: Manoel (27′ 2T) (FLU)
Cartões amarelos: Wiemberg e Paiva (COL) Germán Cano, Felipe Melo, P.H.Ganso, Fábio, Manoel e Terans (FLU)
Arbitragem: Wilmar Roldán auxiliado por Alexander Guzmán e Richard Ortiz.

Fonte: Esportes

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Espanha conquista bicampeonato mundial e frustra sonho argentino

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Após 16 anos de espera, a Espanha voltou a erguer a taça de campeã do mundo. Neste domingo, a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0, na grande final da Copa do Mundo de 2026, disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. O gol do título saiu dos pés de Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação, coroando uma partida em que os europeus dominaram de ponta a ponta.

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O triunfo espanhol guardou semelhanças impressionantes com a primeira conquista mundial do país, em 2010. Assim como naquela ocasião, quando Andrés Iniesta, então jogador do Barcelona, decidiu a final contra a Holanda na prorrogação, desta vez foi um atleta do mesmo clube — Ferrán Torres — quem apareceu no momento decisivo para balançar as redes e garantir o bicampeonato.

A Argentina, por sua vez, perdeu a oportunidade de levantar a taça pela quarta vez e de se juntar a Itália e Brasil como as únicas seleções bicampeãs consecutivas do torneio. Os sul-americanos, que haviam vencido em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram repetir o feito.

O jogo

O início da partida foi movimentado. Aos quatro minutos, Lamine Yamal trocou passes com Dani Olmo na entrada da área e arriscou com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martinez reagiu bem e evitou o gol. A Argentina respondeu imediatamente, com Julián Álvarez roubando a bola no meio e servindo Messi nas costas da zaga. O goleiro Unai Simón, no entanto, saiu rápido e cortou o lance.

A partir desse momento, o jogo perdeu intensidade. A Espanha controlou a posse de bola e só voltou a ameaçar aos 37 minutos, quando Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, parando em Dibu Martinez. Cinco minutos depois, Cucurella tentou de longe e também levou perigo. A Argentina, por sua vez, encerrou o primeiro tempo sem nenhuma finalização a gol, demonstrando dificuldade para escapar da marcação espanhola.

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Na segunda etapa, a Fúria manteve a postura ofensiva. Com menos de um minuto, Baena avançou pela esquerda e bateu colocado, mas o goleiro argentino agarrou. Aos 18 e aos 21, Dani Olmo e Ferrán Torres obrigaram Dibu Martinez a trabalhar novamente. Aos 31, Pedri carregou a bola e finalizou em cima do arqueiro. Na sequência, Cubarsí arriscou de fora da área e parou em mais uma defesa.

O cenário se complicou ainda mais para a Argentina aos 47 minutos, quando Enzo Fernández cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, a Espanha quase definiu o jogo aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martinez espalmou e enviou a partida para a prorrogação.

No primeiro tempo da prorrogação, o domínio espanhol continuou. Aos dois minutos, Pedri cruzou para Nico Williams, que cabeceou para grande defesa de Dibu Martinez. Aos cinco, Williams chegou a balançar as redes, mas o gol foi anulado por falta de Merino em Otamendi. Aos 12, o próprio Merino cabeceou para o chão e viu a bola raspar na trave.

O gol tantas vezes buscado finalmente saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro avançou pela direita e cruzou na segunda trave. Nico Williams desviou de cabeça para o meio da área, e Ferrán Torres chegou chutando forte com a perna esquerda, sem chances para o goleiro argentino. O atacante ainda fez o segundo aos sete minutos, mas o lance foi invalidado por impedimento.

A Argentina tentou reagir nos minutos finais. Aos 14, Messi tocou para Simeone, que cruzou rasteiro pela direita. Tagliafico chegou para empurrar, mas a zaga espanhola afastou. Na sequência, Messi cobrou escanteio, a bola sobrou com Simeone, que finalizou por cima do gol.

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Para Lionel Messi, a que pode ter sido sua última Copa do Mundo terminou de forma amarga. Marcado de perto pela defesa espanhola, o camisa 10 teve atuação discreta e não conseguiu ultrapassar Kylian Mbappé como maior artilheiro da história da competição. O argentino encerrou o torneio com 21 gols, um a menos que os 22 do francês.

Com 19 finalizações ao longo da partida, a Espanha construiu um desempenho que refletiu a superioridade demonstrada desde o apito inicial. A expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar acabou sendo o detalhe que abriu caminho para o gol decisivo, mas o controle espanhol já era evidente muito antes.

FICHA TÉCNICA
Placar

Espanha 1 X 0 Argentina

Competição Copa do Mundo — final
Data 19 de julho de 2026, domingo
Horário 16h, de Brasília
Local MetLife Stadium, Nova Jersey, Estados Unidos
Público 80.663 torcedores
GOL E CARTÕES
Gol Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação
Cartões amarelos Nenhum Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister
Cartão vermelho Nenhum Enzo Fernández
ARBITRAGEM
Árbitro Slavko Vincic (ESL)
Assistentes Tomaz Klancnik (ESL) e Andraz Kovacic (ESL)
VAR Bastian Dankert (ALE)
ESCALAÇÕES

ESPANHA

ARGENTINA

SELEÇÕES Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres). Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnicos Luis de la Fuente Lionel Scaloni

Fonte: Esportes

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