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Fluminense aplica goleada histórica, 6 x 0 no São Paulo

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O Fluminense não tomou conhecimento do São Paulo e protagonizou uma verdadeira noite de gala no Maracanã, na última quinta-feira. Com uma goleada impiedosa de 6 a 0, em partida válida pela antepenúltima rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor carioca não apenas confirmou sua classificação para a Pré-Libertadores, mas também desferiu um golpe fatal nas remotas chances do time paulista de alcançar o G7 da competição.

Os gols da festa tricolor foram marcados por Cannobio, que balançou as redes duas vezes (um deles de pênalti), Martinelli, Nonato, John Kennedy e Serna, selando um placar elástico que entrará para a história do confronto.

Maior Derrota do São Paulo no Clássico

A derrota no Maracanã representa um marco negativo para o São Paulo. Foi a maior goleada sofrida pelo clube paulista em toda a história do embate contra o Fluminense. O revés superou o antigo pior resultado, um 7 a 2 ocorrido em 1960, evidenciando a dimensão do que foi a noite de quinta-feira.

Apesar do vexame, o São Paulo se mantém na oitava colocação do Brasileirão. No entanto, sua posição pode ser ameaçada pelo Corinthians, que entra em campo no domingo. O time do Morumbi, agora, deposita suas últimas esperanças de uma vaga na Pré-Libertadores na Copa do Brasil, torcendo para que Fluminense ou Cruzeiro sagrem-se campeões e abram uma vaga extra para o oitavo colocado do Campeonato Brasileiro.

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Fluminense na Ascensão e Buscando Vaga Direta

Para o Fluminense, o resultado é um atestado de boa fase. Além de garantir a classificação mínima para a Pré-Libertadores, a equipe agora mira uma vaga direta na fase de grupos do torneio continental. O desempenho robusto estende a série invicta do clube para cinco jogos, incluindo confrontos contra alguns dos líderes do campeonato, como Flamengo (vitória), Palmeiras (empate), Cruzeiro (empate) e Mirassol (vitória).

O Atropelo em Campo

O massacre carioca começou cedo. Aos nove minutos, um cruzamento de Samuel Xavier resultou em pênalti, convertido por Cannobio. Não demorou para o segundo gol vir, aos 16, com Martinelli aproveitando um rebote. Aos 24, Nonato ampliou a vantagem, driblando a marcação e chutando entre as pernas do goleiro Young. O São Paulo contou com a sorte para não sofrer mais gols ainda no primeiro tempo, com Young salvando uma finalização de Serna e Cannobio carimbando o travessão.

No intervalo, o técnico são-paulino Hernán Crespo tentou reagir com três substituições, acionando Alisson, Nicolas e Rafael Tolói. Contudo, as mudanças não surtiram efeito. Aos 24 do segundo tempo, John Kennedy, servido por Serna, marcou o quarto gol. A humilhação se completou aos 31, com Cannobio fazendo seu segundo gol na partida, e Serna, aos 41, fechando o caixão com o sexto gol, em um cruzamento rasteiro de Soteldo.

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A noite no Maracanã será inesquecível para os tricolores cariocas e um pesadelo a ser esquecido rapidamente pelos torcedores do São Paulo, que veem suas ambições europeias desmoronarem de forma dolorosa.

FICHA TÉCNICA

Fluminense 6 x 0 São Paulo

Competição: Campeonato Brasileiro (36ª rodada)

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Data: 27 de novembro de 2025 (quinta-feira)

Horário: 20h30 (de Brasília)

Arbitragem:

  • Árbitro: Lucas Paulo Torezin (PR)
  • Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Andrey Luiz de Freitas (PR)
  • VAR: Daniel Nobre Bins (RS)

Cartões Amarelos:

  • Fluminense: Cannobio
  • São Paulo: Alan Franco

Gols:

  • Fluminense:
    • Cannobio (9′ do 1ºT)
    • Martinelli (16′ do 1ºT)
    • Nonato (24′ do 1ºT)
    • John Kennedy (24′ do 2ºT)
    • Cannobio (31′ do 2ºT)
    • Serna (41′ do 2ºT)

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Thiago Silva (Ignácio), Freytes e Renê; Martinelli, Hércules (Nonato) e Lucho Costa (Ganso); Canobbio (Soteldo), Serna e Everaldo (John Kennedy). Técnico: Luis Zubeldía.

São Paulo: Young; Ferraresi, Luiz Gustavo e Alan Franco; Maik (Nicolas), Pablo Maia (Alisson), Bobadilla (Negrucci), Marcos Antônio e Lucca (Paulinho); Rigoni e Tapia (Tolói). Técnico: Hernán Crespo.

Fonte: Esportes

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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso 

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A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.

O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.

O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.

Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.

O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.

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Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.

O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.

Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.

Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.

Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.

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Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.

FICHA TÉCNICA
Austrália 2 x 4 Brasil
Competição Amistoso
Local Suncorp Stadium, Brisbane (AUS)
Data 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Horário 7h (de Brasília)
Cartões Amarelos (Austrália) Irankunda, Souttar
Cartões Amarelos (Brasil) Gabriel Magalhães, Endrick
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro Yusuke Araki (JAP)
Arbitragem Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
Arbitragem Quarto árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Gols 1º gol Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil)
Gols 2º gol Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália)
Gols 3º gol Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália)
Gols 4º gol Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil)
Gols 5º gol Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil)
Gols 6º gol Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil)
Escalação Austrália Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović
Escalação Brasil Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes

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