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Cruzeiro e Santos ficam no empate sem gols no retorno de Cuca ao Peixe

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Em um confronto disputado no Mineirão neste domingo, Cruzeiro e Santos empataram em 0 a 0 pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. A partida marcou a aguardada reestreia do técnico Cuca no comando do Peixe após cinco anos, em um jogo onde as defesas prevaleceram sobre os ataques.

O resultado não foi ideal para nenhuma das equipes na tabela. Com o ponto conquistado, o Cruzeiro estacionou com quatro pontos e agora ocupa a lanterna do campeonato. O Santos, por sua vez, chegou a sete pontos, figurando na 15ª colocação do Brasileirão, ainda na luta para se afastar da zona de rebaixamento.

O jogo

O primeiro tempo foi caracterizado por um intenso embate pela posse de bola e pelo equilíbrio tático. Ambas as equipes se estudaram, resultando em poucas oportunidades claras de gol. A primeira chance perigosa surgiu apenas aos 28 minutos, quando Arroyo recebeu um levantamento na segunda trave, cruzou para Gerson, que dominou e chutou. O goleiro santista Gabriel Brazão, atento, fez uma boa defesa, evitando a abertura do placar.

Aos 37 minutos, a Raposa voltou a assustar. Kaiki fez uma boa jogada pela esquerda e serviu Arroyo, cujo cruzamento para a área foi desviado por Lucas Veríssimo, quase resultando em um gol contra. A bola, felizmente para o Santos, saiu pela linha de fundo.

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Segundo tempo

Na segunda etapa, o Santos demonstrou mais ímpeto ofensivo. Aos três minutos, Rony arriscou de fora da área, mas a bola passou por cima do gol. Cinco minutos depois, foi a vez de Christian Oliva finalizar com perigo, à direita do gol defendido por Matheus Cunha.

Contudo, foi Gabriel Brazão quem se destacou, fazendo um verdadeiro milagre aos 11 minutos. Após uma jogada bem trabalhada pela equipe mineira, Villareal recebeu na pequena área e chutou no contrapé do goleiro santista, que, com uma defesa espetacular, conseguiu afastar o perigo. Brazão voltaria a ser exigido aos 28 minutos, interceptando um chute rasteiro de Wanderson.

Nos momentos finais da partida, o Santos teve sua única finalização no alvo aos 45 minutos, com Rollheiser chutando de fora da área e parando em Matheus Cunha. O drama se estendeu até os acréscimos, quando Barreal chegou a balançar as redes para o Peixe aos 50 minutos, mas a arbitragem anulou o gol por impedimento, frustrando as esperanças santistas de sair com a vitória.

O empate sem gols reflete a dificuldade de ambas as equipes em converter suas chances, e deixa Cuca com trabalho a fazer para tirar o Santos da parte de baixo da tabela, enquanto o Cruzeiro terá que lutar para sair da última posição.

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Próximos confrontos

Cruzeiro

  • Jogo: Cruzeiro x Vitória
  • Competição: Campeonato Brasileiro (9ª rodada)
  • Data e hora: 01 de abril de 2026 (quarta-feira), às 20h (de Brasília)
  • Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Santos

  • Jogo: Santos x Remo
  • Competição: Campeonato Brasileiro (9ª rodada)
  • Data e horário: 02 de abril de 2026 (quinta-feira), às 19h (de Brasília)
  • Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 0 x 0 SANTOS
Competição Campeonato Brasileiro (8ª rodada)
Local Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data 22 de março de 2026 (domingo)
Horário 16h (de Brasília)
Cartões Amarelos Barreal (Santos), William (Cruzeiro), Gustavo Henrique (Santos), Matheus Pereira (Cruzeiro) e Rincón (Santos)
Cartões Vermelhos Nenhum
Público 43.252 torcedores
Arbitragem
Árbitro Ramón Abatti Abel
Assistentes Rafael da Silva Alves e Gizeli Casaril
VAR Diego Pombo Lopez
Escalações
Cruzeiro Matheus Cunha; William, Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki; Matheus Henrique (Lucas Silva), Gerson, Matheus Pereira e Christian (Kenji); Arroyo (Wanderson) e Villarreal (Bruno Rodrigues).
Técnico (Cruzeiro) Wesley Carvalho
Santos Gabriel Brazão; Igor Vinicius, Lucas Verissimo, Luan Peres e Escobar; Oliva (Rincón), Gustavo Henrique (João Schmidt) e Gabriel Menino (Rollheiser); Barreal, Moisés (Thaciano) e Rony.
Técnico (Santos) Cuca

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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