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Prefeitura busca solução para evitar fechamento de escola filantrópica

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, esteve na noite de segunda-feira (10) na Escola Filantrópica Irmão Praeiro, localizada no bairro Jardim Vitória, para discutir a renovação do convênio entre a Prefeitura e a instituição. A unidade, que atende 120 crianças na educação infantil (3 a 5 anos) e estudantes do ensino fundamental (6 a 11 anos), enfrenta o risco de fechamento, e a gestão municipal busca alternativas para mantê-la em funcionamento.

Durante a reunião com pais e a direção da escola, Brunini solicitou que as famílias apresentassem a documentação dos alunos e justificassem a importância da instituição. O objetivo, segundo o prefeito, é levar as informações ao Ministério Público para reforçar a necessidade de continuidade das atividades.

“A minha missão como prefeito não é fechar escolas, e sim abrir mais unidades de ensino. Vamos buscar todas as alternativas para que essa escola continue funcionando”, afirmou Brunini.

Atualmente, a Prefeitura de Cuiabá repassa R$ 250 por aluno da educação infantil e fornece a merenda escolar para a instituição. A escola conta com quatro salas destinadas à educação infantil e nove para o ensino fundamental, atendendo principalmente alunos dos bairros Jardim Vitória, Silvanópolis, Paraisópolis e Jardim União.

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A diretora da unidade, Genilia Godoes, reforçou que a escola funciona em dois turnos e atende uma comunidade que depende do serviço educacional. Pais e responsáveis aguardam a definição do convênio e o posicionamento do Ministério Público sobre a continuidade das atividades na unidade.

A reunião foi acompanhada pela vereadora Katiuscia Mantelli, que é oriunda da região e foi a solicitante da reunião na comunidade.

#PraCegoVer

A imagem principal mostra o prefeito Abilio, de camisa cinza, discursando para uma plateia, na Escola Filantrópica Irmão Praeiro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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