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Prefeito revela que projeto do VLT Cuiabano deverá ser cadastrado no Novo PAC do Governo Federal na próxima semana

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Em entrevista para uma rádio da capital nesta sexta-feira (20), o prefeito Emanuel Pinheiro revelou que até a próxima semana a equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana – Semob deverá cadastrar o projeto do VLT Cuiabano para receber recursos do Novo PAC de Mobilidade do Governo Federal. Pinheiro ressaltou que a ideia é muito bem-vista em Brasília.

O gestor municipal revelou que conversou com o deputado federal Emanuelzinho, que disse que já foi cobrado para cadastrar o projeto. “O pessoal responsável por isso, junto ao Ministério, junto à coordenação do PAC, entrou em contato com o deputado Emanuelzinho antes de ontem, falando que não tinha sido cadastrado ainda e que eles estão esperando com muita ansiedade o cadastramento do VLT Cuiabano, pois já há uma simpatia generalizada da área técnica. A equipe técnica da Semob já desenhou o projeto básico e na próxima segunda-feira, dia 23, acontecerá uma reunião da nossa equipe com o pessoal de Brasília por videoconferência, onde eles vão orientar os detalhes que faltam para cadastrarmos o projeto no PAC”, afirmou.

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Emanuel reiterou sua preferência pelo VLT e relembrou que presidiu uma comissão pela recuperação e conclusão das obras do VLT na Assembleia, antes de ser eleito prefeito da capital em 2016. “O VLT é tudo de bom e de melhor para o povo de Cuiabá. Os cuiabanos não podem se contentar com pouco. E eu vou trazer carroça de novo para cá, a troco de quê? BRT foi sucesso 50 anos atrás em Curitiba, quando Jaime Lerner teve o primeiro mandato dele de prefeito e idealizou os corredores exclusivos de ônibus. Aí agora, 50 anos depois, com mais de 1 bilhão de reais gastos, Cuiabá perde a oportunidade de ter um meio de transporte moderno, sustentável, que dá dignidade aos usuários de transporte coletivo, que impacta o desenvolvimento econômico, que valoriza a cidade, que muda completamente o conceito de desenvolvimento urbano? As principais cidades do Brasil e do mundo estão largando o BRT e indo para o VLT”, enfatizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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